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	<title>Nós e nossas coisas</title>
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		<title>Nós e nossas coisas</title>
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		<title>CRIAÇÃO, REVISÃO, DIGITAÇÃO e IMPRESSÃO ABNT</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 22:06:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Vale</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Podemos criar, revisar, escrever e imprimir o que você necessitar. •Revisão completa de textos em Português; •Formatação, transcrição e digitação de trabalhos escolares e acadêmicos conforme normas ABNT; •Elaboração e digitação de textos em geral (currículos, etc.) com revisão gramatical; •Digitação de trabalhos matemáticos com inserção de números, símbolos e expressões matemáticas; •Impressão de textos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nosenossascoisas.wordpress.com&amp;blog=1585738&amp;post=301&amp;subd=nosenossascoisas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2009/10/100909_2205_criaorevis1.png?w=316&#038;h=88" alt="" width="316" height="88" /></p>
<p><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:12pt;">Podemos criar, revisar, escrever e imprimir o que você necessitar.</span></span></p>
<p>•Revisão completa de textos em Português;<br />
•Formatação, transcrição e digitação de trabalhos escolares e acadêmicos conforme normas ABNT;<br />
•Elaboração e digitação de textos em geral (currículos, etc.) com revisão gramatical;<br />
•Digitação de trabalhos matemáticos com inserção de números, símbolos e expressões matemáticas;<br />
•Impressão de textos e imagens em papel comum e fotográfico, e em transparências; Encadernação;<br />
•Criação de apresentação de slides com som; Pesquisas escolares para os três níveis de ensino;<br />
•Criação de CD/DVD, com impressão personalizada ; Transcrição de áudio e vídeo de aulas e palestras;<br />
•Digitalização de documentos e outros papéis;<br />
•Pesquisas acadêmicas e escolares.</p>
<p><span style="font-size:14pt;"><strong>digraffo@gmail.com</strong></span></p>
<p>Se preferir, envie-nos e receba o seu trabalho por e-mail, e então será acertada a forma de realização do pagamento.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/nosenossascoisas.wordpress.com/301/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/nosenossascoisas.wordpress.com/301/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/nosenossascoisas.wordpress.com/301/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/nosenossascoisas.wordpress.com/301/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/nosenossascoisas.wordpress.com/301/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/nosenossascoisas.wordpress.com/301/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/nosenossascoisas.wordpress.com/301/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/nosenossascoisas.wordpress.com/301/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/nosenossascoisas.wordpress.com/301/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/nosenossascoisas.wordpress.com/301/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/nosenossascoisas.wordpress.com/301/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/nosenossascoisas.wordpress.com/301/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/nosenossascoisas.wordpress.com/301/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/nosenossascoisas.wordpress.com/301/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nosenossascoisas.wordpress.com&amp;blog=1585738&amp;post=301&amp;subd=nosenossascoisas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Desconhecida Amazônia</title>
		<link>http://nosenossascoisas.wordpress.com/2008/12/22/desconhecida-amazonia/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 22:31:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Vale</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[1. A mídia e o preconceito. A grande mídia cria e destrói qualquer coisa. Com suas ações a mídia cria mitos e celebridades e ajuda a vender os produtos que anuncia, entre eles o turismo das cidades e regiões que divulga todos os dias nas suas matérias jornalísticas e de variedades. Por outro lado, pela [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nosenossascoisas.wordpress.com&amp;blog=1585738&amp;post=189&amp;subd=nosenossascoisas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:right;line-height:normal;" align="right"><strong><em><span style="font-size:18pt;font-family:&quot;">1. A mídia e o preconceito.</span></em></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:8pt;font-family:&quot;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">A grande mídia cria e destrói qualquer coisa. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Com suas ações a mídia cria mitos e celebridades e ajuda a vender os produtos que anuncia, entre eles o turismo das cidades e regiões que divulga todos os dias nas suas matérias jornalísticas e de variedades. Por outro lado, pela simples omissão de informações esclarecedoras ou pela forma como se refere ao objeto da divulgação, a mesma mídia ajuda a construir ou a manter preconceito em relação a pessoas, entidades, raças ou regiões geopolíticas, como é o caso do Norte e do Nordeste do Brasil.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Há muito tempo os brasileiros que não conhecem a Amazônia brasileira e a Região Norte do Brasil, o seu povo e as suas cidades, acreditam que lá só existem florestas, desmatamento e perigos, para os quais concorrem animais selvagens, doenças graves, mosquitos, muito calor e povos primitivos. E esse preconceito estereotipado é reforçado por professores, que transmitem somente as suas convicções equivocadas e o que encontram em materiais didáticos incompletos; e também pelo desinteresse das próprias pessoas da região, posto que, enquanto se ocupam com outras coisas, não dão a menor importância  ao nível de rejeição de que são vítimas. Isto é, “não estão nem aí para isso!”. </span></p>
<address class="MsoNoSpacing"><strong>Continue lendo, porque o assunto é muito interessante&#8230;</strong><br />
</address>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><span id="more-189"></span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Mesmo os mais curiosos não sabem como são as cidades da Amazônia, porque ninguém mostra imagens comuns delas, nem em livros ou revistas, e muito menos na televisão. E a maioria jamais viu uma foto de Belém que não seja do Ver-O-Peso; ou de Manaus, que não seja do Teatro Amazonas e de palafitas nas favelas que margeiam igarapés; ou, insistentemente, dos já desgastados pontos que eles chamam de “turísticos”. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> É comum ouvir-se das pessoas de qualquer lugar do Brasil que “lá é muito longe”, e que só se consegue chegar “lá” com o uso de avião ou navio, com muito tempo de viagem. Mas as mesmas pessoas referem-se aos Estados Unidos e à Europa como se estivessem “logo ali”, esquecendo-se de que esses lugares estão muito mais distantes que a região amazônica, e que também só se chega a eles em viagens muito mais longas de avião ou de navio. Considerando este aspecto os órgãos oficiais e os operadores de turismo da Região Norte concentram suas ações de propaganda e marketing no exterior, desprezando o mercado do Brasil carregado de preconceito, sendo esta mais uma razão para que os brasileiros não saibam como é a Amazônia. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Também não se pode desprezar o fato de que essa região é a parte do Brasil que está mais próxima da América do Norte, da Europa e dos outros continentes. O norte do Estado de Roraima é equidistante de Miami e de Brasília. Para as pessoas de Manaus é mais fácil e mais barato chegar ao Mar do Caribe, a 1.500km, por estradas, do que chegar à costa brasileira em Fortaleza, a mais de 2.300Km, somente de avião ou de navio.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Quando a televisão mostra qualquer matéria sobre as cidades do Sudeste e do Sul, mesmo que os temas sejam tragédias ou fatos criminosos, antes são exibidas imagens que levam a assistência a se lembrar que aquela é uma bela cidade, entre outras de uma região que detém tudo que há de melhor no país, conforme se divulga, esquecendo que nelas também existem inundações, trânsito engarrafado, favelas e falta de segurança, de ensino, de saneamento e de assistência médica, que assolam o Brasil de norte a sul. Todavia, se o assunto é sobre a Amazônia, a repórter se posiciona tendo ao fundo um rio, lixo, palafitas, um matagal, ou a rua de uma favela, e abaixo surge uma legenda, por exemplo: “Daniela&#8230; – Manaus”, não se sabe com qual intenção, mas fazendo crer que somente aquilo é a capital do Amazonas, uma cidade com quase 2 milhões de habitantes, moderna, que detém o sexto maior PIB entre os municípios brasileiros e a oitava posição entre as cidades mais populosas.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> A dengue hemorrágica subiu de 1 para 11 casos na área metropolitana de Manaus (acréscimo de 1.000%, como se sabe), com 1 morte, mas o noticiário de televisão em rede nacional, para impressionar de forma negativa, informa com ênfase que </span><em><span style="font-family:&quot;">“&#8230; o aumento em Manaus foi de 1.000% &#8230;”</span></em><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">, sem explicar que o total é de onze pessoas doentes, e fazendo os distraídos inferirem que o número é muito maior. Não se deve duvidar que alguém ouve as notícias e pensa: </span><span style="font-family:&quot;">“&#8230; </span><em><span style="font-family:&quot;">se no Rio morrreram 75, no Norte devem ter morrido muitos mais</span></em><span style="font-family:&quot;">!”</span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Lê-se e escuta-se tudo sobre a Amazônia, desde dados técnicos bem elaborados até comentários tolos e irresponsáveis, como “é preciso fechar e jogar a chave fora”, e infelizmente o que mais se destaca é dito por quem jamais foi lá e não sabe nada de lá, principalmente os brasileiros. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Porém isso só acontece aqui, porque a Amazônia é uma das cinco marcas mais lembradas pelo mundo afora, e o Brasil é conhecido como o país penta-campeão de futebol, pelo carnaval e pela&#8230; Amazônia, cobiçada por todos, desconhecida e desdenhada pelos brasileiros das outras regiões – seus “donos”, como já alegou insistentemente o presidente Luís Inácio Lula da Silva, esquecendo-se de que ali existem outros brasileiros, 23 milhões de amazônidas, seus verdadeiros donos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><strong><em><span style="font-size:18pt;font-family:&quot;">2.</span></em></strong><strong><em><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;color:#548dd4;"> </span></em></strong><strong><em><span style="font-size:18pt;font-family:&quot;">Links e imagens reais.</span></em></strong><strong><em> </em></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:&quot;color:#548dd4;"> </span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">A descrição da Amazônia só cabe em incontáveis páginas. Por isso, diante da impossibilidade de detalhar aqui os diversos assuntos, cada um deles pode ser melhor esclarecido com a leitura em <em>sites</em> e obras de domínio público, que podem ser acessadas através dos <em>hyperlinks</em> sugeridos ao longo deste trabalho, alguns até com opiniões conflitantes, mas que ajudam a busca da verdade e incitam as possíveis discussões.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-family:&quot;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">O Google Earth, <em>software</em> gratuito, permite que se vejam imagens minuciosas e reais de todas as regiões do planeta e, neste caso, principalmente as da Amazônia. É possível a visualização com total nitidez dos menores detalhes de tudo que existe nas cidades e na “zona rural”, acidentes geográficos, áreas desmatadas, rios, estradas, etc., e mais uma grande quantidade de fotos de todos os locais. Tratando-se da Amazônia, além das cidades, é conveniente que se observem as calhas dos rios e os leitos das estradas, pois mesmo sem necessidade de muita aproximação consegue-se enxergar os contrastes bastante evidentes entre a vegetação nativa e a aparência resultante da ocupação por sítios e fazendas, além das atividades de desmatamento predatório, obviamente excluindo-se as áreas que não são originariamente ocupadas pela floresta tropical. As imagens não são atualizadas com muita freqüência, mas são recentes. O software pode ser baixado em: </span><a href="http://www.earth.google.com/intl/pt/"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;color:#365f91;">www.earth.google.com/intl/pt/</span></a><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;color:#365f91;">.</span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Todos os dados constantes neste trabalho sobre os tamanhos das populações e dos territórios envolvidos têm como fonte o IBGE: </span><a href="http://www.ibge.gov.br/"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;color:#365f91;">www.ibge.gov.br</span></a><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;color:#365f91;">.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><strong><em><span style="font-size:18pt;font-family:&quot;">3.O que significa Amazônia.</span></em></strong></p>
<address class="MsoNormal"><strong><em><span style="font-size:18pt;font-family:&quot;"><br />
</span></em></strong></address>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal;margin:0 -7.1pt .0001pt 0;"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;"> </span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">3.1 AMAZÔNIA</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> &#8211; é a região situada na parte norte da América do Sul, com cerca de <strong>6 milhões de km²</strong>, e que é composta por toda a Região Norte do Brasil e trechos dos territórios de oito países: <span style="color:black;">Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Equador, Suriname, Guiana e Guiana Francesa. Corresponde à área da maior floresta equatorial e da maior bacia hidrográfica do mundo, considerada fundamental para a estabilidade e o futuro dos ecossistemas do planeta terra, influenciando extraordinariamente as condições climáticas, principalmente do restante do território brasileiro. A <strong>linha de fronteira</strong>s do país na região amazônica é de <strong>11.500km</strong>, desde a Bolívia até a foz do Rio Oiapoque e ali estão dois dos pontos extremos do Brasil: o<strong> norte,</strong> n</span>a nascente do <strong>rio Ailã -</strong> <strong>monte Caburaí </strong>em <strong>Roraima</strong>, fronteira com a Guiana; e o<strong> oeste</strong>, nas nascentes do <strong>Rio Moa &#8211; serra de Contamana ou do Divisor, </strong>no <strong>Acre</strong>, fronteira com o Peru. Neste caso, é importante a observação de que<strong> o rio Oiapoque é o extremo norte do país apenas na linha do litoral. </strong></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-207" title="amazon_basin_map-max-copia-copia" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/amazon_basin_map-max-copia-copia.jpg?w=510&#038;h=404" alt="amazon_basin_map-max-copia-copia" width="510" height="404" /></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;color:black;"><strong>MAPA 1</strong> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;color:black;">Mais informações em: </span><a href="http://www.amazonorte.wordpress.com/"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;color:#365f91;">www.amazonorte.wordpress.com</span></a></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;color:black;"> Veja mapas divulgados em: </span><a href="http://webcarta.net/"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;color:#365f91;">http://webcarta.net</span></a></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> <strong>3.<span style="color:black;">2</span></strong><span style="color:black;"> <strong>AMAZÔNIA LEGAL &#8211; </strong>corresponde aos estados da Região Norte, mais o estado de Mato Grosso, o oeste do Maranhão e cinco municípios de Goiás. Ocupa <strong>5.088.668,44km²</strong> com uma população de <strong>23.596.953 habitantes </strong>e, com se vê no mapa, não é totalmente constituída de florestas.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-226" title="amazonia-legal-e-vegetacao-copia" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/amazonia-legal-e-vegetacao-copia.jpg?w=510&#038;h=400" alt="amazonia-legal-e-vegetacao-copia" width="510" height="400" /><strong>MAPA 2</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;color:black;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&quot;">3.3</span></strong><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&quot;"> <strong>REGIÃO NORTE DO BRASIL &#8211; </strong>compreende os Estados: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, com <strong>3.853.327,24km²</strong> e <strong>14.623.316 habitantes</strong>. Leia mais em: </span><a href="http://www.ibge.gov.br/"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&quot;color:#365f91;">www.ibge.gov.br</span></a></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> 3.4</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> <strong>BIOMA AMAZÔNIA</strong> &#8211; possui área aproximada de <strong>4.196.943km²</strong> formada pelas áreas totais dos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima, com <strong>3.575.706,33km²</strong>, que devem ser somados a <strong>621.236,67km²</strong> das áreas norte e oeste de Mato-Grosso, norte do Tocantins e oeste do Maranhão.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><img class="alignnone size-full wp-image-213" title="1161807794biomas_br-copia2" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/1161807794biomas_br-copia2.jpg?w=509&#038;h=503" alt="1161807794biomas_br-copia2" width="509" height="503" /><br />
</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;color:black;"><strong>MAPA 3</strong> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Leia sobre o bioma em: </span><a href="http://www.amazonia.org.br/guia/detalhes.cfm?id=15845&amp;tipo=6&amp;cat_id=44&amp;subcat_id=189"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;color:#365f91;">www.amazonia.org.br</span></a><strong><em> </em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><strong><em><span style="font-size:18pt;font-family:&quot;">4.O tamanho da Amazônia &#8211; Quantos, como são e como vivem os seus verdadeiros donos.</span></em></strong><strong><em> </em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">O apresentador do telejornal dá a notícia de que</span><span style="font-family:&quot;"> </span><em><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;">“&#8230;a Polícia Federal apreendeu madeira ilegal na Amazônia&#8230;”</span></em><em><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">, </span></em><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">generalizando,</span><em><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;"> </span></em><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">como se a Amazônia fosse uma coisa igual em todos os pontos do seu território, isolada e desabitada, em uma área qualquer do norte do país; e quem ouve a narrativa imagina que estão acabando com todas as árvores da floresta. De verdade, porém, o fato noticiado ocorreu em algum lugar quase insignificante desse gigantesco espaço geográfico, que <strong>é maior que a metade do Brasil (59,76%)</strong> e onde vivem, estudam e trabalham cerca de <strong>23 milhões de pessoas</strong> (<strong>12,97% dos 183,99 milhões de habitantes do país)</strong>.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-family:&quot;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Esse enorme território concorre para uma grande diversidade geográfica, biológica e cultural, e também muita distinção entre os seus habitantes, com origens, costumes e vários sotaques diferentes. O estado do Amazonas, sozinho, é quase do mesmo tamanho da região Nordeste inteira, com os seus nove estados, mas no seu território vivem pouco mais de 3,3 milhões de pessoas, que é uma população equivalente à da <span style="text-decoration:underline;">área metropolitana</span> de Recife/PE, resultando dessa característica os gigantescos vazios demográficos que se espalham por toda a região, como extensos desertos verdes, cortados por mais de 1.000 rios, paranás, lagos, igapós e igarapés. Desses rios, 10 estão entre os 20 maiores do mundo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-family:&quot;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Leia detalhes em: </span><a href="http://www.amazonorte.wordpress.com/"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;color:#365f91;">www.amazonorte.wordpress.com</span></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> As <strong>áreas urbanas da Amazônia legal </strong>ocupam apenas <strong>2.643 km² </strong>dos seus mais de <strong>5 milhões de km² (somente 0,052%)</strong>, e <strong>61%</strong> da população <strong>vivem nas cidades</strong>: Manaus/AM e Belém/PA com mais de 1,4 milhões de habitantes cada uma, São Luis/MA com 957,5 mil, Cuiabá com 527 mil, Porto Velho/RO, Boa Vista/RR, Macapá/AP, Rio Branco/AC, Santarém/PA e Palmas/TO entre 180 mil e 400 mil habitantes; e em outras centenas de cidades, vilas e comunidades situadas predominantemente às margens de rios, obviamente porque isso sempre facilitou o transporte da região, que utiliza a maior “malha” hidroviária do mundo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Ao contrário do que os não esclarecidos pensam, as cidades amazônicas são iguais às das outras regiões, e quem mora nelas não vive “na floresta”, da mesma forma que nas outras cidades do Brasil as pessoas não vivem “na mata&#8230;atlântica”, “no brejo” ou “no cerrado” (veja no Google Earth). Manaus e Belém já tiveram outros períodos de esplendor durante os dois ciclos da borracha, entre o final do século XIX e meados do século XX, quando eram consideradas entre as mais importantes do mundo. Manaus foi a primeira cidade brasileira a ser urbanizada e a segunda a possuir rede elétrica e bonde elétrico, enquanto na maior parte das cidades brasileiras as pessoas ainda andavam em carruagens e carroças, e teve também a primeira <span style="text-decoration:underline;">Universidade</span> brasileira, <strong>criada em 1909</strong> – fato registrado no Guiness Book (Guiness World Records).</span></p>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><img class="alignnone size-full wp-image-224" title="belm" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/belm.jpg?w=509&#038;h=210" alt="belm" width="509" height="210" /><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><!--[if gte mso 9]&gt;     &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE                            &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--><!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:1; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-format:other; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Verdana; 	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} .MsoPapDefault 	{mso-style-type:export-only; 	margin-bottom:10.0pt; 	line-height:115%;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --><!--[if gte mso 10]&gt; &lt;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:10.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin;} --> <!--[endif]--></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Belém tem 1.408.847 habitantes e sua região metropolina tem 2.078.405 habitantes.</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><img class="alignnone size-full wp-image-229" title="imagem-10" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/imagem-10.jpg?w=510&#038;h=191" alt="imagem-10" width="510" height="191" /><br />
</span></em></address>
<address class="MsoNormal"></address>
<address></address>
<address class="MsoNormal"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Manaus tem 1.709.010 habitantes.</span></em></address>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">O IDH das principais cidades rodeia a média nacional, que é 0800. O IDH de Belém/PA é 0806 e o de Manas é 0774 &#8211; entre 0650, na periferia, e 0940 em bairros e locais considerados nobres. O IDH de Cuiabá é 0821 e o de São Luis é 0778.</span></p>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><img class="alignnone size-full wp-image-231" title="imagem522" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/imagem522.jpg?w=509&#038;h=237" alt="imagem522" width="509" height="237" /></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Bairro de Manaus.</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><img class="alignnone size-full wp-image-228" title="sem-titulo-1" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/sem-titulo-1.jpg?w=510&#038;h=211" alt="sem-titulo-1" width="510" height="211" /><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Bairro de Belém.</span></address>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Leia mais sobre estes assuntos em:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal;margin:0 0 .0001pt 35.45pt;"><a href="http://www.pnud.org.br/pobreza_desigualdade/reportagens/index.php?id01=2388&amp;lay=pde"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;">www.pnud.org.br/pobreza_desigualdade/reportagens/index.php?id01=2388&amp;lay=pde</span></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:-35.45pt;line-height:normal;margin:0 0 .0001pt 35.45pt;"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;"> </span><a href="http://www.amazonorte.wordpress.com/2008/02/01/manaus-%e2%80%93-metropole-no-centro-da-amazonia/"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;">www.amazonorte.wordpress.com/2008/02/01/manaus-%e2%80%93-metropole-no-centro-da-amazonia/</span></a><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;">.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Embora sejam capitais de Estados abrangidos pela Amazônia Legal, São Luis, Cuiabá e Palmas não estão na área do Bioma Amazônia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Com mais da metade da população vivendo nas cidades, os amazônidas deixam livres para os ecossistemas do planeta Terra<strong> 99,94% do território amazônico (5,086 milhões de km²)</strong>, e nesse espaço continental se distribuem apenas <strong>23 milhões</strong> de pessoas, uma das mais rarefeitas ocupações demográficas que existem.  Para que se tenha uma idéia comparativa, no restante do território do país, 3,461 milhões de km², vivem os outros <strong>174,76 milhões</strong> de brasileiros, com média de <strong>50,5 habitantes/km²</strong>.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Quem povoou a região foram portugueses, espanhóis, ingleses, holandeses e outros europeus, seguidos por asiáticos – principalmente japoneses &#8211; e africanos, árabes e não árabes do oriente médio, e depois brasileiros de outras regiões, principalmente os nordestinos desde o final do século XIX, além dos indígenas que já estavam lá, só Deus sabe a partir de quando. Certa vez o então governador do Acre, Jorge Viana, disse que nas comemorações cívicas do estado são hasteadas duas bandeiras: a do Acre e a do Ceará, estado que mais contribuiu com cidadãos para povoar essa parte ocidental da região. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> O povo amazônico é formado por <strong>28,49% de brancos</strong>, <strong>63,97% de pardos</strong>, <strong>6,36% de pretos e amarelos</strong> e <strong>1,18% de indígenas</strong> (cerca de 280 mil índios, distribuídos em diversas etnias), que correspondem a <strong>37,87% dos indígenas do Brasil</strong>, mas que são considerados pelo restante dos brasileiros como os únicos seres humanos que habitam a Amazônia. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Então <strong>onde podem estar os outros 62,13% dos nossos irmãos indígenas</strong>?  Pode ser estranho ou surpreendente, mas estão distribuídos em todas as outras regiões do país, próximos às pessoas que pensam que eles só existem na Amazônia. A cidade brasileira que possui a maior população de índios é São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, e a segunda é São Paulo, a maior cidade da América do Sul. Conforme os números divulgados pelo IBGE, a Bahia possui a segunda maior população indígena, com 64.240 índios, e o estado de São Paulo fica com a terceira, de 63.789 índios, enquanto que o Amazonas é o primeiro, com 113.391. Os totais da FUNAI não batem com os do IBGE, porque a fundação só considera os índios sob o seu amparo.</span></p>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><img class="alignnone size-full wp-image-235" title="saogabriel111" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/saogabriel111.jpg?w=510&#038;h=287" alt="saogabriel111" width="510" height="287" /><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">São Gabriel da Cachoeira, no extemo noroeste do Amazonas (área de segurança nacional) &#8211; Tem cerca de 40 mil hab., entre eles militares do Exército e da Força Aérea e  25.000 indígenas.<br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><!--[if gte mso 9]&gt;     &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE                            &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--><!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:1; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-format:other; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Verdana; 	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} .MsoPapDefault 	{mso-style-type:export-only; 	margin-bottom:10.0pt; 	line-height:115%;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --><!--[if gte mso 10]&gt; &lt;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:10.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin;} --> <!--[endif]--><span style="font-size:11pt;line-height:115%;font-family:&quot;"> </span></address>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Certa vez uma pessoa disse a outra que não sabia a localização da cidade para onde teria ido uma terceira pessoa, esclarecendo apenas que o lugar teria nome indígena. A pessoa que ouviu retrucou de imediato: </span><em><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;">“&#8230;como tem nome indígena, só pode ser no Pará!&#8230;”,</span></em><em><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;"> </span></em><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">e isso nos trás de volta à desinformação que vitima os brasileiros, porque, como todos pensam que na Amazônia tudo é só floresta, índios e bichos, ninguém sabe que o Pará possui 143 municípios; 37 deles têm nomes iguais aos de cidades e lugares portugueses, como Belém, Santarém, Altamira, Bragança, Salvaterra, Soure e Barcarena; 118 têm nomes de origens diversas, inclusive formados por nomes de santos e de pessoas; e somente 25 têm nomes de origem indígena ou compostos por vocábulos indígenas, como Tucurui, Xinguara, Ipixuna do Pará, São Felix do Xingu e Tucumã, como existem em qualquer outro Estado de todas as regiões brasileiras. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;"> Leia sobre as populações indígenas em:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;"> </span><a href="http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/tabela/protabl.asp?z=cd&amp;o=7&amp;i=P"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;">www.sidra.ibge.gov.br/bda/tabela/protabl.asp?z=cd&amp;o=7&amp;i=P</span></a><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;"> </span><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u74571.shtml"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;">www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u74571.shtml</span></a><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;">.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;"> </span><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;">Leia quase tudo sobre todos os municípios brasileiros em:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;"> <span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#365f91;">http://www.ibge.gov.br/cidadesat/topwindow.htm?1</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">A Região Norte detém as maiores taxas de crescimento populacional do Brasil. Leia também sobre isso em: </span><a href="http://www.ibge.gov.br/"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;">www.ibge.gov.br</span></a><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;">.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">A cultura da Amazônia tem uma variedade proporcional ao seu tamanho, recebendo influência dos colonizadores em algumas regiões mais que nas outras, mas com uma inegável participação indígena, andina e dos originários da Ásia e da África, muito evidente no folclore. </span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">A contribuição indígena enriquece e dá uma mágica conotação a essa cultura, particularmente à música e às outras artes regionais. A música na Amazônia Ocidental tem também forte influência andina, em estilo, ritmo e instrumentos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Assim como acontece em todas as regiões que permitem interação com o mundo chamado de “globalizado”, as facilidades tecnológicas de comunicação ensejam constante incremento dessas culturas, principalmente nos maiores aglomerados urbanos. Manaus possui um dos maiores “sambódromos” (ou bumbódromos) do país, com capacidade para cerca de 100 mil pessoas, onde acontecem os desfiles de escolas de samba durante os dias de carnaval, o “boi Manaus” durante as comemorações do aniversário da cidade em outubro, e shows de grandes artistas. Muitos dos cantores e grupos musicais internacionais que vêm ao Brasil têm Manaus na sua agenda de shows. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> </span><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;">Encontre muitas informações sobre a cultura amazônica em:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:-35.45pt;line-height:normal;margin:0 0 .0001pt 35.45pt;"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;"> </span><a href="http://portalamazonia.globo.com/categoria_artigo_amazonia_az.php?idCAmz=9"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;">http://portalamazonia.globo.com/categoria_artigo_amazonia_az.php?idCAmz=9</span></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Em Parintins, no Amazonas, acontece anualmente, nos últimos dias do mês de junho, um festival folclórico de “boi bumbá” que atrai milhares de visitantes, principalmente do exterior. Em Belém/PA acontece ao longo do mês de outubro a maior festa religiosa do país, o Círio de Nazaré, que chega a reunir mais de dois milhões de pessoas na procissão principal, no segundo domingo do mês. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Se tudo lá é grande, tudo também é muito longe, e uma significativa diferença da Região Norte para as outras regiões é que no centro da Amazônia é quase impossível a construção de estradas de maior alcance; e no lugar de trens, ônibus, caminhões e automóveis, os meios de transporte para longas distâncias são somente aeronaves e barcos. </span></p>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><img class="alignnone size-full wp-image-237" title="portico-br319" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/portico-br319.jpg?w=510&#038;h=193" alt="portico-br319" width="510" height="193" /><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Essa é a BR-319, que nesse trecho tem pela frente o Rio Negro e o Rio Amazonas.</span></address>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Considerando que o uso de aviões e helicópteros é mais caro, embora existam lá em grande quantidade também, o transporte popular entre cidades é feito por milhares de barcos. Alguns, mais velozes, fazem os percursos em poucas horas, mas os convencionais “regionais” levam dias para vencer a mesma distância. Entre os vários tipos há os que oferecem conforto como o de hotéis de alto nível, enquanto outros disponibilizam apenas lugares para que as pessoas se acomodem em “redes”.</span></p>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><img class="alignnone size-full wp-image-239" title="porto-26" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/porto-26.jpg?w=510&#038;h=216" alt="porto-26" width="510" height="216" /><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Há grande freqüência de navios de cruzeiro&#8230;                                           Porto de Manaus</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><img class="alignnone size-full wp-image-243" title="imagem1669ul-2" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/imagem1669ul-2.jpg?w=510&#038;h=217" alt="imagem1669ul-2" width="510" height="217" /></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">e há também muitos milhares de canoas, botes, lanchas, iates&#8230;</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><img class="alignnone size-full wp-image-246" title="dsc01352" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/dsc01352.jpg?w=510&#038;h=206" alt="dsc01352" width="510" height="206" /><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">e barcos &#8220;regionais&#8221;&#8230; </span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><img class="alignnone size-full wp-image-245" title="amazonas_1401" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/amazonas_1401.jpg?w=510&#038;h=213" alt="amazonas_1401" width="510" height="213" /><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">feitos de madeira, com baixo calado para a navegação nos pequenos rios.</span></address>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Por conseqüência dessas características físicas da região as <strong>propriedades</strong> e as <strong>populações rurais</strong> se distribuem <strong>nas margens dos grandes rios e lagos</strong>, onde predominam moradias e outras instalações montadas em palafitas, necessárias para resistir às cheias periódicas. Quando os níveis das águas alcançam os soalhos das palafitas os seus ocupantes constroem outros mais altos, e para o gado constroem estruturas de madeira chamadas “marombas”. Existem ainda os “flutuantes”, que são edificações construídas sobre grandes toras de madeira, que acompanham a subida e descida das águas e podem até ser rebocadas para qualquer outro lugar, ou outro rio.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><br />
</span></p>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><img class="alignnone size-full wp-image-248" title="dsc01077" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/dsc01077.jpg?w=510&#038;h=215" alt="dsc01077" width="510" height="215" /><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Propriedade rural.</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><img class="alignnone size-full wp-image-249" title="flutuante" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/flutuante.jpg?w=510&#038;h=193" alt="flutuante" width="510" height="193" /><br />
</address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">e bar flutuante, em algum lugar da Amazônia.</span></address>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Aqui é necessária uma explicação sobre as viagens de barcos na bacia amazônica, que por analogia deve ser entendida como um gigantesco esqueleto de peixe <strong>(MAPA 4),</strong> cuja linha vertebral corresponde ao Rio Amazonas, enquanto que as espinhas correspondem aos rios secundários ou afluentes, cada um deles também com subafluentes etc. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><img class="alignnone size-full wp-image-222" title="baciaamazonica21" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/baciaamazonica21.jpg?w=510&#038;h=279" alt="baciaamazonica21" width="510" height="279" /><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;color:black;"><strong>MAPA 4</strong> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Se alguém estiver na ponta de uma das “espinhas” (ou no alto de um rio afluente), para chegar à ponta de outra “espinha” é necessário descer toda a extensão do primeiro rio, navegar pelo rio principal (o maior do mundo) e subir o segundo rio até chegar ao destino, o que às vezes demanda semanas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-family:&quot;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Numa ocasião uma pessoa dizia que fora transferida para Rio Branco/AC e a sua mudança havia seguido por via rodoviária até Porto Velho/RO. Sem deixar que a pessoa terminasse o que dizia, um ouvinte antecipou-se e completou: </span><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;">“<em>E a partir daí foi de navio até Rio Branco, não é?”</em></span><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Não! A mudança havia seguido mesmo por estrada até o destino, pois Porto Velho está na ponta da “espinha” rio Madeira, e a cidade de Rio Branco é cortada pelo Rio Acre, um subafluente que está na ponta de outra “espinha”, chamada Rio Purus. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Por estrada o transporte levaria umas oito horas, no máximo, mas por via fluvial a mudança chegaria com umas quatro semanas, considerando também que o Purus é um dos rios mais longos que existem (mais de 2.000km), embora percorra em linha reta uma distância equivalente a cerca da metade da sua extensão. Isto acontece por ser esse um rio sujeito à formação de inúmeros meandros no seu curso, e além disso a sua navegabilidade é bastante dificultada na época de vazante. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Os amazônidas da “zona rural” são adaptados às peculiaridades da sua região, e o único aspecto ruim do seu modo de viver, aquele que é prioritariamente mostrado pela mídia tendenciosa, é o isolamento de localidades e comunidades “ribeirinhas” nas extremidades desses rios, por conta do vazio demográfico já mencionado, algumas sem energia elétrica e saneamento adequado, sem transporte rápido para os casos de emergência, sem assistência médica e sem educação, quase sempre limitada à alfabetização e ao ensino fundamental, o que concorre para que essas <span style="text-decoration:underline;">populações isoladas</span> vivam com um <span style="text-decoration:underline;">IDH</span> muito baixo, perto de <span style="text-decoration:underline;">0600</span>. O analfabetismo na região amazônica é de 19%, com cerca de 7% nas principais áreas urbanas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><br />
</span></p>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><img class="alignnone size-full wp-image-250" title="palafita" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/palafita.jpg?w=510&#038;h=219" alt="palafita" width="510" height="219" /><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><img src="/DOCUME%7E1/ADMINI%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-1.jpg" alt="" /></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Palafitas isoladas características.</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><img class="alignnone size-full wp-image-251" title="palaf" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/palaf.jpg?w=510&#038;h=206" alt="palaf" width="510" height="206" /><br />
</address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">E esta tem até antena parabólica.</span></address>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Leia sobre o analfabetismo em: </span><a href="http://www.mec.gov.br/"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;color:#365f91;">www.mec.gov.br</span></a><span class="a"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> e em </span></span><a href="http://www.ibge.gov.br/"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;color:#365f91;">www.ibge.gov.br</span></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Pelo esforço de diversos setores da sociedade e dos governos, inclusive das Forças Armadas, existem barcos que se deslocam ao longo dos rios e de aeronaves que visitam os ribeirinhos e aldeias indígenas para levar assistência médica e social, material de ensino e até assistência jurídica e religiosa. Existem lanchas-ambulâncias, navios-hospitais e barcos-escolas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Destaca-se a atividade dos “regatões”, barcos-armazéns que sobem os rios periodicamente vendendo aos ribeirinhos alimentos não perecíveis, roupas, combustíveis, utensílios e outras coisas, quase sempre cobrando preços abusivos. Na verdade o que ocorre são trocas desses materiais por produtos da atividade do habitante local.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><strong><em><span style="font-size:18pt;font-family:&quot;">5.O relevo, os solos, a vegetação e o clima.</span></em></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span><span style="font-size:9pt;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">O relevo da região é caracterizado por baixas altitudes, a chamada <strong>planície amazônica</strong>, onde ocorrem as <strong>Matas de Igapó</strong>, sempre inundadas, as <strong>Matas de Várzea</strong>, só inundadas nas cheias dos rios e as <strong>Matas de Terra Firme</strong>, nunca inundadas e situadas nos baixos planaltos da Amazônia. Mas lá também ocorrem planaltos, e na serra de Imeri, no Estado do Amazonas, nas proximidades da fronteira com a Venezuela, encontram-se os dois pontos mais altos do relevo brasileiro, o <strong>pico da Neblina, com 2.994m</strong> e o <strong>pico 31 de Março, com 2.992m </strong>de altitude (fonte: IBGE). </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">O Bioma Amazônia <strong>não é composto somente de florestas</strong>, desde que lá também existem campos, no litoral do Amapá e na Ilha de Marajó, e os campos naturais do estado de Roraima, que são chamados de “lavrados” ou de “savanas das guianas” – Veja no <strong>MAPA 5</strong>. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Quando as pessoas viram imagens da reserva <strong>Raposa Serra do Sol, </strong>durante os conflitos entre arrozeiros e índios, chegaram a dizer:</span><span style="font-size:10pt;"> </span><em><span style="font-family:&quot;">“- Vejam o que fizeram com a floresta, desmataram tudo&#8230;!”.</span></em><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">O que viam, porém, eram os campos (lavrados) de Roraima, área situada no hemisfério norte, com características diferentes do restante da região Amazônica.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><img class="alignnone size-full wp-image-216" title="mapavegetacao2-copia2" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/mapavegetacao2-copia2.jpg?w=510&#038;h=428" alt="mapavegetacao2-copia2" width="510" height="428" /><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;color:black;"><strong>MAPA 5</strong> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Mito ou não, consta que é pobre a maior parte dos solos da floresta tropical, situada no centro da bacia amazônica (não todos). Se houver desmatamento, o solo que dá suporte a árvores de 60m de altura se torna arenoso e estéril, razão pela qual essas áreas são as mais preservadas, já que não serviriam mesmo para agricultura e pastagens. O estado do Amazonas possui somente 2% do seu território desmatado para agricultura, enquanto que o Amapá possui o maior índice de preservação das florestas, quase intocadas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-family:&quot;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Em contrapartida são muito férteis os solos do sul do Acre, do leste e do sudoeste de Rondônia, do extremo sul do Amazonas, do norte de Mato-Grosso e do Tocantins, do sul e do sudoeste do Pará e oeste do Maranhão (meio-norte), e estes são os principais alvos dos desmatamentos para criação de pastagens, grandes plantações (de soja e outros) e extração de madeira. Veja no <strong>MAPA 2</strong>.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Para ler sobre os climas da região amazônica, as épocas chuvosas e as temperaturas em cada Estado ou sub-região, consulte:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;"> </span><a href="http://www.ibge.gov.br/"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;">www.ibge.gov.br</span></a><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;"> </span><a href="http://www.cptec.inpe.br/products/climanalise/cliesp10a/fish.html"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;">www.cptec.inpe.br/products/climanalise/cliesp10a/fish.html</span></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><strong><em><span style="font-size:18pt;font-family:&quot;">6. A economia da região amazônica.</span></em></strong><strong><em> </em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;text-align:justify;"><strong><em><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;">6.1 Como é:</span></em></strong><strong><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#548dd4;"> </span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">O legado da natureza conduz a vocação econômica da Amazônia para o extrativismo vegetal, inclusive de madeira de lei, látex, castanha, óleos vegetais, guaraná, açaí, cupuaçu e outros, extrativismo mineral (acompanhado de petróleo e gás natural), pesca e piscicultura, indústria de beneficiamento das matérias primas naturais e de alimentos, agricultura, pecuária, e turismo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-family:&quot;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Acompanhando a história constata-se que os verdadeiros donos da Amazônia sempre viveram, na zona rural, uma economia quase que somente de subsistência, tirando da terra pouco mais que o indispensável à sua sobrevivência e sem contribuir para a devastação da fonte dos muitos e variados recursos, dispostos em uma área tão grande que todos os seus usuários originais não seriam capazes de extinguir. Isso é confirmado quando se analisam as regiões mais afetadas pelo desmatamento através de imagens feitas de satélites, pois ao longo das estradas (avanço econômico e tecnológico) se vêem mosaicos correspondentes às propriedades rurais que praticam substituição da cobertura vegetal – que em muitos casos atendem só, ou principalmente, aos interesses de pessoas e entidades estranhas à região &#8211; enquanto que as margens dos rios se mostram preservadas, já que não foram exauridas pelos amazônidas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Essas evidências primárias já são suficientes para se concluir que a economia da região tem pelo menos duas faces: </span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="text-align:justify;text-indent:-18pt;margin:0 0 .0001pt 71.25pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Symbol;">·<span style="font-family:&quot;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">A primeira corresponde ao uso legítimo da mão-de-obra regional, e até da que é atraída desde outros locais, para a exploração racional e o processamento dos seus recursos naturais, assim como a industrialização de bens em geral. E admite-se essa legitimidade por se saber que as atividades econômicas de todas as regiões do mundo têm sempre relação com o que se pode obter entre os seus recursos locais e as suas potencialidades, as necessidades dos seus habitantes, disponibilidade de força de trabalho e condições climáticas e geográficas;</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpLast" style="text-align:justify;text-indent:-18pt;margin:0 0 .0001pt 71.25pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Symbol;">·<span style="font-family:&quot;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">A outra face é a exploração irresponsável e ilegal da terra e das suas potencialidades, nos moldes que sempre foram usados no mundo todo e no restante do Brasil, desde a colonização, por entidades que buscam somente o lucro momentâneo, sem se importar com o rastro de destruição que fica à sua passagem. Exemplos disso são a extinção do pau-brasil e a do jacarandá, a devastação da mata atlântica etc.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> A <strong>Amazônia Legal</strong> produz 40% da soja e da carne do Brasil, possui cerca de 75 milhões de cabeças de gado e abriga algumas das maiores propriedades rurais do mundo. Os maiores rebanhos de búfalos do país estão no Pará e no estado do Amapá, em perfeita simbiose, pois os bubalinos usam basicamente pastos naturais úmidos e são convenientemente integrados às características da região. A maior parte do gado bovino está dentro do <strong>Bioma Amazônia</strong>, mas a Confederação Nacional de Agricultura garante que somente 2% da produção de grãos avançaram sobre o mesmo bioma. O Estado do Pará tem muita atividade agropecuária, indústria de transformação bastante diversificada, beneficiamento de madeira e de minérios, inclusive diversas siderúrgicas, mas tem enormes conflitos ligados à propriedade e exploração de terras e possui uma das maiores áreas de exploração irregular das florestas na Amazônia, como se pode ver no <strong>MAPA 2</strong> e no Google Earth. O Acre, Roraima, Tocantins e o Amapá possuem economia extrativista vegetal, animal e mineral, desenvolvem a pecuária e a agricultura e mantém industrias de produção de alimentos e movelaria. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> O Estado de Mato Grosso também possui gigantesca área desflorestada na Amazônia, e a utiliza economicamente para consolidar-se como o maior produtor brasileiro de soja, carnes e algodão, enquanto que o Maranhão, terra das palmeiras, explora comercialmente babaçu, carnaúba, buriti, juçara e bacaba, mas também possui grandes reservas e produção de calcário, indústria de transformação de alumínio, alumina, alimentos e madeira, e grande atividade pecuária.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-35.45pt;line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 .0001pt 35.45pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Leia sobre isto no texto de Planeta Sustentável em: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-35.45pt;line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 .0001pt 35.45pt;"><a href="http://planetasustentavel.abril.uol.com.br/noticia/ambiente/conteudo_273988.shtml"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;color:#365f91;">http://planetasustentavel.abril.uol.com.br/noticia/ambiente/conteudo_273988.shtml</span></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> O Estado de Rondônia, que apresenta o maior índice de áreas ocupadas sem a cobertura da floresta original em relação ao seu território, recebeu incentivo do governo federal como principal fronteira agrícola a partir da década de 1970, e atraiu para lá grande força de trabalho e de investidores dos estados do sul do país, de Minas Gerais e do Espírito Santo, ao ponto disso até fazer mudar os sotaques na região ocupada. Além da agricultura e da extensa pecuária, também possui extração mineral e desenvolve a industria de beneficiamento de madeiras e moveleira, de alimentos, de confecções, de construção civil e metalúrgica.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Como nos outros estados da Amazônia, a economia do Estado do Amazonas inclui extrativismo vegetal e mineração, agricultura, pecuária de corte e de leite em pequena escala, piscicultura e pesca, industrialização de alimentos, turismo (e ecoturismo), mas as suas principais atividades se concentram na capital, Manaus, que detém os incentivos fiscais da Zona Franca de Manaus e mantém os pólos, comercial, industrial, agropecuário e de biotecnologia. A maior parte dos peixes tropicais ornamentais distribuídos pelo mundo afora saem de Barcelos e de Novo Ayrão, municípios situados na região do Rio Negro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> As principais áreas de exploração de minérios são: a Serra dos Carajás, no Pará, de onde se extrai ferro e onde se encontra a maior mina a céu aberto do mundo, da Vale (do Rio Doce); a Serra do Navio, no Amapá, com extração de manganês; e Oriximiná, no norte do Pará, de onde se retira bauxita para a produção de alumínio. A extração de petróleo e gás natural é feita a partir de Urucu, no município de Coari, no Amazonas, o processamento é feito na REMAN – Refinaria de Manaus e está em fase bastante avançada a construção do gasoduto Coari/Manaus. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> O potencial mineral da Amazônia é formado também por algumas das maiores jazidas e reservas mundiais de: ouro, no Pará, no Amazonas, no Amapá, em Roraima e em Mato Grosso; bauxita, no rio Trombetas/PA; ferro também no Amapá e no Amazonas (além do Pará); sal gema no Pará e no Amazonas; manganês no Amazonas, no Pará e no Amapá; cassiterita em Rondônia e no Amazonas; diamantes em vários locais; e também gipsita, linhita, calcário, cobre, nióbio, estanho, tântalo, zircônio, caulim, chumbo e níquel.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;"> Leia mais em: </span><a href="http://www.g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL2416-5598,00.html"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;">www.g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL2416-5598,00.html</span></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><strong><em><span style="font-family:&quot;">6.1.1 A</span></em></strong><strong><em><span style="font-family:&quot;"> Zona Franca de Manaus:</span></em></strong><strong><span style="font-family:&quot;color:#548dd4;"> </span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Foi criada na década de 1950 como uma tentativa de movimentar a economia da Amazônia Ocidental após a falência do 2º ciclo da borracha, e foi reformulada e reinstalada em 1967, durante o primeiro governo militar. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> A ação se deu sob o argumento de que era necessária a integração das regiões brasileiras, pois havia até o slogan “Integrar para não Entregar”, e isso seria complementado com a ocupação das áreas despovoadas, além de prover condições de sobrevivência econômica e infra-estrutura que atraíssem mão-de-obra, e, principalmente, capital nacional e estrangeiro. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Em um perímetro de 10.000km² do município de Manaus estabeleceram-se: </span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="text-align:justify;text-indent:-13.9pt;margin:0 0 .0001pt 70.9pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Symbol;">·<span style="font-family:&quot;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span><!--[endif]--><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">o Pólo Comercial </span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">– que em curto tempo transformou a cidade num enorme <em>shopping center</em> de produtos importados, visitado por todos os brasileiros em busca de menores preços e das novidades do primeiro mundo, que naquela época ainda não estavam disponíveis no restante do país. Ainda existe, mas declinou após a abertura do país aos mercados estrangeiros e com a permissividade das compras de importados através de <em>Ciudad del Leste</em>, no Paraguai;</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align:justify;text-indent:-13.9pt;margin:0 0 .0001pt 70.9pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Symbol;">·<span style="font-family:&quot;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span><!--[endif]--><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">o Pólo Industrial</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> &#8211; vigoroso, com mais de 500 fábricas “sem chaminés” que incluem as principais multinacionais da indústria eletroeletrônica, de veículos utilitários, motocicletas e bicicletas, gráfica, relojoeira, e outras;</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align:justify;text-indent:-13.9pt;margin:0 0 .0001pt 70.9pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Symbol;">·<span style="font-family:&quot;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span><!--[endif]--><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">o Pólo Agropecuário</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> – no distrito agropecuário, serve principalmente para experiências cientificas, e</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpLast" style="text-align:justify;text-indent:-13.9pt;margin:0 0 .0001pt 70.9pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Symbol;">·<span style="font-family:&quot;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span><!--[endif]--><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">o Pólo de Bioindústria</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> – que conta com o CBA – Centro de Biotecnologia da Amazônia e uma rede de laboratórios para estudo e elaboração de produtos industriais a partir da biodiversidade. Há anos várias empresas da região distribuem e exportam seus produtos feitos com genuína matéria prima da floresta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> O modelo da Zona Franca de Manaus, que tem vigência assegurada até o ano de 2023 pela Constituição Federal (e pode novamente ser prorrogada – agora até 2033), é intensamente criticado e combatido pela mídia e por representantes das outras regiões, que freqüentemente conseguem aprovar no Congresso Nacional ações legais que comprometem a concorrência dos produtos do Pólo Industrial de Manaus, obrigando a bancada do Amazonas a uma vigilância constante para evitar grandes prejuízos à economia do seu estado. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Há algum tempo o ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, declarou que as fábricas de Manaus </span><em><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;">“não deveriam produzir motocicletas e bicicletas”&#8230;</span></em><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> televisores, etc., porque esses produtos nada têm a ver com a região, e ele pode estar certo. Mas não se pode negar que as atividades industriais em Manaus contribuíram decisivamente para a preservação da cobertura florestal no Amazonas, visto que multiplicaram postos de trabalho e atraíram para lá a mão-de-obra disponível nos arredores, que desistiu de tentar explorar de maneira inadequada a terra onde vivia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Para contrariar a opinião do ministro, neste momento existem em Manaus 13 fábricas das diversas marcas de motocicletas, e outras 6 preparam o início da produção. A Moto Honda possui ali a sua segunda maior fábrica no mundo, atrás somente da que possui no Japão, e planeja a instalação de outra planta no PIM.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;"> Leia tudo sobre a Zona Franca de Manaus em:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;"> </span><a href="http://www.suframa.gov.br/modelozfm.cfm"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;">www.suframa.gov.br/modelozfm.cfm</span></a><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;">.</span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">A participação da Amazônia Legal no PIB brasileiro é de 9,27%. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><strong><em><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;">6.2 Como deve ser:</span></em></strong><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;"> </span></strong><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;color:#548dd4;"> </span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Pela sua condição de componente vital dos ecossistemas do planeta, não há a menor dúvida de que a Amazônia pertence à humanidade, como também pertencem à humanidade a tundra, a taiga e as florestas temperadas do hemisfério norte, a Antártida, as selvas asiáticas e africanas, os oceanos e mares, o pantanal, o cerrado, o que resta da mata atlântica, a floresta de araucárias, as cordilheiras dos Andes e do Himalaia, as montanhas rochosas, os everglades, os desertos e os mangues. E para a preservação de todos há necessidade de ações enérgicas dos governos envolvidos, sem contudo comprometer a soberania de cada país em relação ao seu território. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Portanto, dadas as limitações impostas pelo contexto ecológico que envolve a região, e por ser ela também fonte econômico-social para os seus habitantes e de consumo para todos os brasileiros e o resto do mundo, há necessidade de profundos estudos e planejamento para encontrar o modelo ideal de crescimento, ou pelo menos de estabilidade econômica. A partir dessas iniciativas deve ser previsto o uso racional e minucioso da terra e do que dela se pode obter, definindo-se maneiras de repor ou compensar o que for retirado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Entre essas práticas racionais está a de incentivar nos centros consumidores a reutilização de produtos e o uso de materiais recicláveis, renováveis e não poluentes, reduzindo a exploração de matéria prima. Por exemplo, como meio a ser ampliado para reduzir o uso de embalagens plásticas, altamente poluentes, espera-se que receba incentivo a produção de fibras têxteis, como a juta e a malva, que são plantas amazônicas de ciclo curto, cujo desenvolvimento ocorre nas várzeas durante a vazante dos rios, e que por isso mesmo pouco interferem nas condições ambientais.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Como o mundo necessita da madeira que a Amazônia fornece, é absolutamente óbvio que esse tem que ser um dos seus produtos, mas a atividade tem que ser praticada de uma forma que inclua reflorestamento, manejo planejado e cuidados especiais dedicados a cada espécie em particular. Sobretudo seria ótimo se esse reflorestamento substituísse as áreas desmatadas para pasto e produtos agrícolas de grande volume, como a soja e a cana-de-açúcar, embora se deva perseguir a hipótese de melhoria nas condições de execução dessas mesmas culturas. O Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia – INPA, a Embrapa e o </span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) são entidades que participam de pesquisas e programas científicos com esse objetivo e possuem soluções eficazes para o reflorestamento de áreas degradadas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;"> Leia sobre isso em:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;"> </span><a href="http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=1031"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;">http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=1031</span></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:9pt;"> </span><a href="http://www.museu-goeldi.br/sobre/NOTICIAS/13_09_08_b.html"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;">http://www.museu-goeldi.br/sobre/NOTICIAS/13_09_08_b.html</span></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal;margin:0 0 .0001pt 35.45pt;"><a href="http://www.cpaa.embrapa.br/portfolio/tecnologia/manejo%20florestal/manejoflo.htm"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;color:#365f91;">http://www.cpaa.embrapa.br/portfolio/tecnologia/manejo%20florestal/manejoflo.htm</span></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">A mesma racionalidade aqui destacada exige também: definição legal de parâmetros ou limites balizadores das atividades que afetam o meio ambiente, como o cultivo e o processamento de madeira, a agricultura, a pecuária e a mineração; e a adoção de métodos eficazes de fiscalização e punição dos que excederem a esses limites. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> A Zona Franca de Manaus é alvo de várias formas de ataques da concorrência, seja através da mídia, aparentemente a serviço dos verdadeiros interessados, seja através de interferência política, ou mesmo do comércio nacional ou internacional, e sofreu recentemente dois duros golpes que resultam em fechamento de empresas e a conseqüente redução de postos de trabalho em outras tantas. Um é a opção das indústrias locais de eletro-eletrônicos por importar componentes da China, mais baratos pelas razões que todos conhecem, deixando de comprá-los dos fornecedores tradicionais, do próprio Pólo Industrial de Manaus ou de outra praça brasileira; e o outro ocorre porque o Senado aprovou isenção de sete impostos para empresas autorizadas a operar em Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs) espalhadas pelo país, que poderão também vender 20% da sua produção no mercado interno desde que sejam pagos todos os tributos incidentes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> A Zona Franca sempre se recupera desses abalos, mas parece ser este o momento mais oportuno para deslanchar os projetos em andamento do Pólo de Bioindústria, que utiliza a biodiversidade <strong>sem concorrência</strong> da floresta e atua a partir do PROBEM/Amazônia – Programa Brasileiro de Ecologia Molecular para Uso Sustentável da Biodiversidade da Amaz. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Conforme relato da SUFRAMA, o PROBEM/Amazônia atrai a atenção de várias indústrias nacionais e estrangeiras que formulam medicamentos, vacinas e cosméticos utilizando matéria prima natural, e o governo brasileiro espera desenvolver rapidamente as facilidades para que novas empresas aproveitem as oportunidades oferecidas. Os produtos do novo pólo serão alimentos, cosméticos, fármacos, inseticidas biológicos, essências, aromatizantes, corantes naturais, antioxidantes e fermentos. O Centro de Biotecnologia da Amazônia é responsável pela implementação da infra-estrutura científica e tecnológica, e pelo desenvolvimento de toda a cadeia produtiva e dos meios de proteção da biodiversidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Leia em: <span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#365f91;">http://www.suframa.gov.br/cba/</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> A extração de látex nunca deixou de ser feita na Amazônia, embora em menor escala, mas neste momento ela ressurge em importância e volume de produção para atender a contratos com grandes empresas, que inclusive se dedicarão à fabricação de pneus para motocicletas e bicicletas em Manaus, incentivadas também pela disponibilidade de gás natural extraído e canalizado desde o campo de Urucu em Coari/AM, que reduzirá sensivelmente o seu custo de produção. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Por fim, a região possui um grande potencial turístico que deve ser estimulado, principalmente no turismo ecológico, embora já explore com sucesso estruturas hoteleiras de alto padrão convencional em cidades como Belém e Manaus, e também os <em>Lodges</em> (ou hotéis de selva), que são uma iniciativa pioneira do Estado do Amazonas, os quais têm entre seus hóspedes inúmeras celebridades internacionais.</span></p>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><img class="alignnone size-full wp-image-253" title="231" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/231.jpg?w=510&#038;h=201" alt="231" width="510" height="201" /><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Este hotel de selva, nas proximidades de Manaus, se orgulha de já ter hospedado pessoas ilustres como Jimmy Carter, Helmut Khol, Roman Herzog, rei Juan Carlos e rainha Sofia da Espanha, família real da Suécia, rainha Beatrix da Holanda, principe Frederik da Dinamarca, rei Morammed VI do Marrocos, Luiz Inácio Lula da Silva, Bill Gates, o conjunto musical Scorpions e muitos outros.</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><img class="alignnone size-full wp-image-256" title="htropical" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/htropical.jpg?w=510&#038;h=263" alt="htropical" width="510" height="263" /></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Hotéis em Manaus.</span></address>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><strong><em><span style="font-size:18pt;font-family:&quot;">7. Infra-estrutura.</span></em></strong></p>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><br />
</span></address>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal;margin:0 -7.1pt .0001pt 0;"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Na Amazônia os acessos sempre impuseram dificuldades, e isto é constatado até nos relatos sobre a época da colonização do Brasil, pois a demora para o início da sua ocupação tem várias explicações, inclusive a de que era quase impossível, a partir do Atlântico, navegar contra a corrente do “Mar Dulce” nos navios a vela e a remo da época. Na verdade a exploração só teve início a partir das expedições dos espanhóis, que vinham dos Andes em busca do “país da canela” e do “Eldorado”, e percorreram a bacia amazônica ao sabor da correnteza do Amaru Mayu (Serpente Mãe do Mundo), que depois batizaram de Amazonas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Houve expedições subindo o Rio Amazonas, e a união ibérica concorria para que espanhóis entrassem nos domínios lusitanos, e vice-versa, mas os portugueses só chegaram efetivamente à Amazônia no início do século XVII, através das expedições realizadas por terra para explorar os sertões, em busca principalmente de ouro e pedras preciosas. E ali, no território do Grão-Pará, encontraram ingleses e holandeses que, havia muitos anos, já tiravam proveito de um ativo comércio de madeiras e pescado, iniciando plantios de cana-de-açúcar, algodão e tabaco, até serem expulsos em 1639. Ironicamente, desde o descobrimento e a colonização, os “brasileiros” já desprezavam as coisas amazônicas, que extraordinariamente sempre atraíam “estrangeiros”. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Voltando à analogia entre a bacia amazônica e um esqueleto de peixes <strong>(MAPA 3)</strong>, no centro da Amazônia é mais fácil a construção de imensas pontes do que estradas, e isso já está acontecendo em Manaus, mas nas extremidades das “espinhas”, onde os rios são menos caudalosos, e entre cada uma dessas “espinhas” ou grandes rios, existem estradas, como a BR-319 – Porto Velho/Manaus (em recuperação); a BR-174 – Manaus/Boa Vista, que leva ao Caribe através da Venezuela; a BR-163 – no trecho Cuiabá/Santarém; e inúmeras estradas estaduais. Existe extensa malha rodoviária e até ferrovias no sul e no leste do Pará, no Maranhão e em Mato-Grosso, no sul do Acre e em Rondônia. O acesso do Brasil a portos peruanos na costa do Pacífico será possível através da rodovia interoceânica, que atravessa a fronteira com o Peru em Assis Brasil, no Estado do Acre, e estará concluída até o ano 2010.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">A Transamazônica foi um sonho ambicioso de ligar os estremos leste e oeste do país, e poucos brasileiros sabem que ela é a mesma BR-230 que nasce no porto de Cabedelo, na Paraíba, e que deveria se estender até Benjamim Constant, no estremo oeste do Amazonas. A rodovia só existe de verdade, bem pavimentada, no Estado da Paraíba. Ao entrar no Ceará passa a percorrer os traçados de outras estradas, é pavimentada em vários trechos do Piauí, do Maranhão e do Tocantins, muito poucos do Pará e a partir daí, no Pará e no Amazonas, existe apenas em trechos não pavimentados.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Consulte: </span><!--[if gte mso 9]&gt;     &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE                            &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--> <!--[if gte mso 9]&gt;  &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;   &lt;![endif]--><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&quot;color:#365f91;"><a href="http://www.transportes.gov.br/"><span style="color:#365f91;">www.transportes.gov.br</span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&quot;color:#365f91;"><a href="http://www.transportes.gov.br/"></a><span style="color:#365f91;"> <span style="text-decoration:underline;">www.transportes.gov.br/bit/trodo/br-230/gbr-230.htm</span><br />
</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&quot;color:#365f91;"><span style="color:#365f91;"><br />
</span></span></p>
<address class="MsoNormal"><img class="alignnone size-full wp-image-268" title="dsc01519gs21" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/dsc01519gs21.jpg?w=510&#038;h=223" alt="dsc01519gs21" width="510" height="223" /></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Ponte sobre o Rio Guamá, na &#8220;alça viária&#8221; entre Belém e Barcarena</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><!--[if gte mso 9]&gt;     &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE                            &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--><!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Verdana; 	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} .MsoPapDefault 	{mso-style-type:export-only; 	margin-bottom:10.0pt; 	line-height:115%;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --><!--[if gte mso 10]&gt; &lt;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:10.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin;} --> <!--[endif]--></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><img class="alignnone size-full wp-image-266" title="ponte-rio-negro" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/ponte-rio-negro.jpg?w=510&#038;h=188" alt="ponte-rio-negro" width="510" height="188" /><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Ponte de 4km sobre o Rio Negro, entre Manaus e Iranduba (em construção).</span></address>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Onde não existem estradas todos os transportes são feitos por via fluvial ou aérea. As</span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> cargas rodoviárias de/para Manaus e Boa Vista são colocadas em carretas, embarcadas em comboios de balsas fluviais com até quarenta carretas cada uma, e transportadas entre Manaus/Belém e Manaus/Porto Velho; e daí para o resto do país por estradas. As cargas marítimas são transportadas por grandes navios oceânicos que chegam até Manaus, mas que também podem navegar até Iquitos, no Peru, pelo rio Solimões (rio Amazonas).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><br />
</span></p>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><img class="alignnone size-full wp-image-272" title="porto-ceasa-2" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/porto-ceasa-2.jpg?w=510&#038;h=173" alt="porto-ceasa-2" width="510" height="173" /><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><!--[if gte mso 9]&gt;     &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE                            &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--><!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Verdana; 	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} .MsoPapDefault 	{mso-style-type:export-only; 	margin-bottom:10.0pt; 	line-height:115%;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --><!--[if gte mso 10]&gt; &lt;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:10.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin;} --> <!--[endif]--></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Balsas-tanques, que transportam combustível até os locais mais remotos.</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"> </address>
<address class="MsoNormal"><img class="alignnone size-full wp-image-273" title="porto-25" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/porto-25.jpg?w=509&#038;h=222" alt="porto-25" width="509" height="222" /><br />
</address>
<address class="MsoNormal"><!--[if gte mso 9]&gt;     &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE                            &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--><!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Verdana; 	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} .MsoPapDefault 	{mso-style-type:export-only; 	margin-bottom:10.0pt; 	line-height:115%;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --><!--[if gte mso 10]&gt; &lt;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:10.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin;} --> <!--[endif]--></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Cargueiros convencionais nos piers flutuantes do porto de Manaus.</span></address>
<address class="MsoNormal"> </address>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Tabatinga/AM, Santarém/PA e todas as capitais amazônicas têm aeroportos internacionais e, pela impossibilidade da existência de estradas, a maioria dos municípios da região possui pelo menos uma pista para operações de aeronaves. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><br />
</span></p>
<address class="MsoNormal"> </address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><img class="alignnone size-full wp-image-276" title="68800_10921780731" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/68800_10921780731.jpg?w=510&#038;h=207" alt="68800_10921780731" width="510" height="207" /><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">E onde não há pista são operados hidroaviões.</span></address>
<address class="MsoNormal"> </address>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">O aeroporto de Belém é um dos mais modernos do Brasil e o aeroporto Eduardo Gomes, em Manaus, é o terceiro em movimentação de carga, atrás apenas de Viracopos e Guarulhos, e em breve passará por reforma e ampliação. O aeroporto de Manaus, construído na mesma época que o Galeão, Confins e Guarulhos, foi inaugurado antes dos outros três e tornou-se o primeiro do Brasil a possuir fingers (pontes para acesso de passageiros às aeronaves). </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><br />
</span></p>
<address class="MsoNormal"> </address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><img class="alignnone size-full wp-image-275" title="aerbel" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/aerbel.jpg?w=510&#038;h=183" alt="aerbel" width="510" height="183" /><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Terminal de passageiros do aeroporto de Belém<br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><!--[if gte mso 9]&gt;     &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE                            &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--><br />
</address>
<address class="MsoNormal"> </address>
<address class="MsoNormal"><img class="alignnone size-full wp-image-277" title="89077_1092536132-2" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/89077_1092536132-2.jpg?w=510&#038;h=207" alt="89077_1092536132-2" width="510" height="207" /><br />
</address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">E o pátio do aeroporto&#8230;</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"> </address>
<address class="MsoNormal"><img class="alignnone size-full wp-image-278" title="98797_1186936306" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/98797_1186936306.jpg?w=510&#038;h=236" alt="98797_1186936306" width="510" height="236" /><br />
</address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">&#8230; Eduardo Gomes, em Manaus.</span></address>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Os rios amazônicos abrigam hidrelétricas como Samuel, em Rondônia, Balbina, no Amazonas e Tucuruí, no Pará, que atende também a uma parte da Região Nordeste, e estão em projeto e licitação outras sete usinas para exploração do potencial hídrico da região. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;">
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><img class="alignnone size-full wp-image-279" title="186295" src="http://nosenossascoisas.files.wordpress.com/2008/12/186295.jpg?w=510&#038;h=214" alt="186295" width="510" height="214" /><br />
</span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">UHE TUCURUI/PA &#8211; segunda maior hidrelétrica do Brasil.</span></address>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Das que estão em fase mais adiantada, duas serão construídas no Rio Madeira, em Rondônia; e outra, a usina de Belo Monte (no Pará), será a segunda do Brasil, posição que hoje é ocupada pela usina de Tucuruí. Com a conclusão do gasoduto Coari/Manaus será viabilizada a utilização de gás natural para geração e barateamento de energia, que atenderá às indústrias locais e quase à totalidade da área metropolitana de Manaus.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:9pt;font-family:&quot;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:right;line-height:normal;" align="right">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:right;line-height:normal;" align="right"><strong><em><span style="font-size:20pt;font-family:&quot;">Agora já se sabe, um pouco melhor,</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:right;line-height:normal;" align="right"><strong><em><span style="font-size:20pt;font-family:&quot;"> como é a Amazônia</span></em></strong><strong><em><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;">.</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:left;line-height:normal;"><strong><em>Se você necessita de REVISÃO DE TEXTOS ou de ajuda para TRABALHOS ACADÊMICOS, <a title="dÍGraffo - Ateliê de Textos" href="../2009/10/09/criacao-revisao-digitacao-e-impressao-abnt/">clique aqui.</a></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="font-size:9pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="font-size:9pt;"> </span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/nosenossascoisas.wordpress.com/189/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/nosenossascoisas.wordpress.com/189/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/nosenossascoisas.wordpress.com/189/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/nosenossascoisas.wordpress.com/189/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/nosenossascoisas.wordpress.com/189/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/nosenossascoisas.wordpress.com/189/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/nosenossascoisas.wordpress.com/189/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/nosenossascoisas.wordpress.com/189/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/nosenossascoisas.wordpress.com/189/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/nosenossascoisas.wordpress.com/189/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/nosenossascoisas.wordpress.com/189/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/nosenossascoisas.wordpress.com/189/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/nosenossascoisas.wordpress.com/189/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/nosenossascoisas.wordpress.com/189/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nosenossascoisas.wordpress.com&amp;blog=1585738&amp;post=189&amp;subd=nosenossascoisas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Tu ou Você.</title>
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		<pubDate>Fri, 09 May 2008 12:36:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Vale</dc:creator>
				<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>

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		<description><![CDATA[Os pronomes são as palavras variáveis em gênero, número e pessoa que substituem ou acompanham o nome (substantivo e adjetivo), indicando-o como pessoa do discurso. Existem pronomes pessoais (retos, oblíquos e os de tratamento), possessivos, demonstrativos, relativos, indefinidos e interrogativos. Os pronomes pessoais servem para designar as três pessoas do discurso e os do caso [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nosenossascoisas.wordpress.com&amp;blog=1585738&amp;post=133&amp;subd=nosenossascoisas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:12pt;font-family:Times New Roman;">Os pronomes são as palavras variáveis em gênero, número e pessoa que substituem ou acompanham o nome (substantivo e adjetivo), indicando-o como pessoa do discurso. Existem pronomes pessoais (retos, oblíquos e os de tratamento), possessivos, demonstrativos, relativos, indefinidos e interrogativos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-133"></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:12pt;font-family:Times New Roman;"> Os pronomes pessoais servem para designar as três pessoas do discurso e os do caso reto são: <strong><em>eu, tu, ele, nós, vós, eles</em></strong>, estando os três primeiros no singular e os três últimos no plural. Em qualquer frase <strong>&#8220;<em>eu&#8221;</em></strong> indica a pessoa <strong>que fala</strong>, e <strong>&#8220;<em>nós&#8221;</em></strong> as pessoas <strong>que falam </strong><strong>(primeira pessoa &#8211; emissor)</strong>;  <strong>&#8220;<em>tu&#8221;</em></strong> e <strong>&#8220;<em>vós&#8221;</em></strong>,  designam a pessoa ou as pessoas <strong>com quem se fala </strong><strong>(segunda pessoa &#8211; receptor)</strong>; e finalmente <strong>&#8220;<em>ele&#8221; </em></strong>e <strong>&#8220;<em>eles&#8221; </em></strong>determinam as pessoas de <strong>quem se fala </strong><strong>(terceira pessoa &#8211; referente)</strong>.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:12pt;font-family:Times New Roman;"> Os pronomes pessoais exercem a função de sujeito da frase e, como se sabe, o <em>&#8220;sujeito&#8221;</em> é o elemento a respeito do qual se informa algo, enquanto que o <em>&#8220;complemento&#8221;</em> apenas completa o sentido da frase. O verbo <em>querer</em> significa <em>desejar, almejar, exigir</em>, <em>permitir,</em> entre outras coisas, mas se for dito somente <em>&#8220;eu quero&#8221;</em> a frase estará incompleta, pois não se sabe o que a pessoa quer, havendo portanto a necessidade de se incorporar aí o complemento, resultando por exemplo em <em>&#8220;eu quero você&#8221;, </em>que também pode ser <em>&#8220;eu te quero&#8221;.</em><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:12pt;font-family:Times New Roman;"> Na frase <strong><em>&#8220;tu me amas&#8221;</em></strong> há dois pronomes pessoais, sendo <strong>&#8220;<em>tu&#8221;</em></strong> um pronome pessoal reto que funciona como sujeito, e <strong><em>&#8220;me&#8221;</em></strong> um pronome pessoal oblíquo que faz o papel de complemento. Para facilitar o entendimento podemos dizer que os pronomes pessoais retos somente são usados precedendo verbos (<em><strong>eu faço&#8230;, tu envias&#8230;, tu compras&#8230;</strong>, etc</em>.), pois é assim que servem como sujeito.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:12pt;font-family:Times New Roman;"> Já sabemos o que é e para que serve o <strong><em>&#8220;tu&#8221;.</em></strong><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:12pt;font-family:Times New Roman;"> Quanto ao <strong>&#8220;<em>você&#8221;</em></strong>, este é pronome de tratamento, assim como <em>&#8220;o senhor&#8221;</em> e <em>&#8220;a senhora&#8221;</em> e os cerimoniosos como &#8220;<em>V. Excelência&#8221;</em>, <em>&#8220;V. Santidade&#8221;</em>, e outros, que servem para nos dirigirmos a alguém, mas é usado com caráter intimo, entre iguais, ou de superior para subordinado. Tem origem no antigo <em>&#8220;Vossa Mercê&#8221;</em> e também já foi, ou é, <em>vassuncê</em>, <em>vossemecê</em>, <em>vosmecê</em>, <em>ocê</em>, <em>cê, </em>e outras formas. <strong><em>&#8220;Você&#8221;, </em></strong>como os demais pronomes de tratamento, também atua no papel de sujeito da frase e corresponde à <strong>pessoa com quem se fala</strong>, mas o verbo que por ele é precedido está na forma que corresponde à terceira pessoa. Por exemplo, pode-se dizer: <strong>&#8220;<em>você </em></strong><strong><em>faz</em></strong> a diferença<strong>&#8220;, </strong>com o verbo fazer na <strong>terceira pessoa </strong>do presente do indicativo; mas se usássemos <strong><em>&#8220;tu&#8221;</em></strong> a frase seria <em><strong>&#8220;tu fazes</strong> a diferença<strong>&#8220;</strong></em>, com o verbo fazer na segunda pessoa do presente do indicativo.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:12pt;font-family:Times New Roman;"> É interessante a observação de que o pronome <strong><em>&#8220;vós</em>&#8221; (segunda pessoa do plural)</strong> está quase em desuso e que no seu lugar usa-se mais <strong><em>&#8220;vocês&#8221;, </em></strong>e até seria preferível que a evolução da língua levasse a que um dia se fizesse a substituição definitiva, inclusive do <strong><em>&#8220;tu&#8221;</em></strong> pelo <strong><em>&#8220;você&#8221;</em></strong>, já que por certo não teríamos mais as confusões que se fazem entre <strong><em>&#8220;tu&#8221;, &#8220;te&#8221; e &#8220;ti&#8221;</em></strong>. Observemos que a frase <strong><em>&#8220;</em></strong>depois eu envio <strong><em>a você&#8221;</em></strong> pode ser substituída por <strong><em>&#8220;</em></strong>depois eu <em><strong>te </strong>envio<strong>&#8220;</strong></em> ou <strong><em>&#8220;</em></strong>depois eu envio <strong><em>a ti&#8221;</em></strong>, mas não pode ser substituída por <strong><em>&#8220;</em></strong>depois eu envio <strong><em>a tu&#8221;</em></strong>. Isto acontece porque, como esclarecido antes, os pronomes pessoais retos somente são usados como sujeito, e aqui o <strong><em>&#8220;tu&#8221;</em></strong> foi erroneamente usado como complemento. Também podemos dizer <strong><em>&#8220;</em></strong>depois eu envio <strong><em>a ele&#8221;</em></strong>, pois somente <strong><em>&#8220;eu&#8221;</em></strong> e <strong><em>&#8220;tu&#8221;</em></strong> são exclusivamente pronomes pessoais retos, enquanto que <strong><em>&#8220;ele&#8221;</em></strong>, <strong><em>&#8220;nós&#8221;</em></strong>, <strong><em>&#8220;vós&#8221;</em></strong>, <strong><em>&#8220;eles&#8221;</em></strong> podem ser também pronomes pessoais oblíquos, o que permite o seu uso como complemento.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>Se você necessita de REVISÃO DE TEXTOS ou de ajuda para TRABALHOS ACADÊMICOS, <a title="dÍGraffo - Ateliê de Textos" href="../2009/10/09/criacao-revisao-digitacao-e-impressao-abnt/">clique aqui.</a></em></strong></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/nosenossascoisas.wordpress.com/133/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/nosenossascoisas.wordpress.com/133/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/nosenossascoisas.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/nosenossascoisas.wordpress.com/133/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/nosenossascoisas.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/nosenossascoisas.wordpress.com/133/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/nosenossascoisas.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/nosenossascoisas.wordpress.com/133/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/nosenossascoisas.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/nosenossascoisas.wordpress.com/133/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/nosenossascoisas.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/nosenossascoisas.wordpress.com/133/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/nosenossascoisas.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/nosenossascoisas.wordpress.com/133/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/nosenossascoisas.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/nosenossascoisas.wordpress.com/133/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nosenossascoisas.wordpress.com&amp;blog=1585738&amp;post=133&amp;subd=nosenossascoisas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>O PORQUÊ DOS PORQUÊS.</title>
		<link>http://nosenossascoisas.wordpress.com/2008/02/04/o-porque-dos-porques/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 00:22:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Vale</dc:creator>
				<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>

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		<description><![CDATA[Há quatro formas de se escrever: Por que &#8211; Porque &#8211; Por quê &#8211; Porquê Por que – Usa-se quando houver a junção da preposição por como o pronome interrogativo que ou com o pronome relativo que. Para facilitar dizemos que pode ser substituído por: por qual razão (ou motivo), pelo qual, pela qual, pelos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nosenossascoisas.wordpress.com&amp;blog=1585738&amp;post=130&amp;subd=nosenossascoisas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;">Há quatro formas de se escrever:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:12pt;"><strong>Por que  &#8211; </strong></span><strong><span style="font-size:12pt;">Porque  &#8211; </span></strong><span style="font-size:12pt;"><strong>Por quê  &#8211; </strong></span><span style="font-size:12pt;"><strong>Porquê</strong></span><br />
<span id="more-130"></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:12pt;"><strong>Por que</strong></span><span style="font-size:8pt;"><br />
</span><span style="font-size:9pt;">– Usa-se quando houver a junção da preposição <strong>por</strong> como o pronome interrogativo <strong>que</strong> ou com o pronome relativo <strong>que</strong>. Para facilitar dizemos que pode ser substituído por: <strong>por qual razão (ou motivo)</strong>, <strong>pelo qual</strong>,<strong> pela qual</strong>, <strong>pelos quais</strong>, <strong>pelas quais</strong>, <strong>por qual. </strong>Pode-se dizer que este porquê é usado quando se faz uma pergunta, embora também o usemos em outros casos.</span><span style="font-size:9pt;"><br />
Exemplos:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:9pt;">&#8220;<strong>Por que</strong> não me disse a verdade?&#8221; (por qual razão)<br />
</span></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:9pt;"> &#8220;As causas <strong>por que</strong> discuti com ele são particulares.&#8221; (pelas quais)</span></em><span style="font-size:4pt;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:12pt;">Porque</span><span style="font-size:14pt;"><br />
</span></strong><span style="font-size:9pt;">– É uma <strong>conjunção subordinativa causal</strong> ou <strong>conjunção subordinativa final,</strong> ou ainda <strong>conjunção coordenativa explicativa</strong> e, portanto, estará sempre ligando duas orações, indicando causa, finalidade ou explicação. Para facilitar dizemos que pode ser substituído por <strong>já que</strong>, <strong>pois</strong> ou a <strong>fim de que</strong>. Pode-se dizer que este é o porquê utilizado quando se responde a uma pergunta.</span><span style="font-size:9pt;"><br />
Exemplos:<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:9pt;"> &#8220;Não saí de casa <strong>porque</strong> estava doente.&#8221; (já que)<br />
</span></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:9pt;"> &#8220;É uma conjunção <strong>porque</strong> liga duas orações.&#8221; (pois)</span></em><span style="font-size:4pt;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:12pt;"><strong>Por quê</strong></span><span style="font-size:8pt;"><br />
</span><span style="font-size:9pt;">– Sempre que a palavra <strong>que</strong> estiver em final de frase será acentuada, não importando qual seja o elemento colocado antes dela.</span><span style="font-size:9pt;"><br />
Exemplos:<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:9pt;"> &#8220;Você chegou tarde hoje, <strong>por quê</strong>?&#8221;<br />
</span></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:9pt;"> &#8220;Ela não telefonou e nem me disse <strong>por quê.</strong>&#8220;<br />
</span></em></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;"><em> &#8220;Estás rindo de <strong>quê</strong>?</em>&#8220;</span><span style="font-size:4pt;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:12pt;"><strong>Porquê</strong></span><span style="font-size:9pt;"> – É substantivo e, por isso, somente poderá ser utilizado quando precedido de artigo (<strong>o, os</strong>), pronome adjetivo (<strong>meu, meus, este, estes, esse, esses, aquele, aqueles, quanto, quantos</strong>) ou numeral (<strong>um, dois, três&#8230;</strong>).</span><span style="font-size:9pt;"><br />
Exemplos:<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:9pt;"> &#8220;Não entendemos <strong>o porquê</strong> de tanta confusão&#8221;<br />
</span></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:9pt;"> &#8220;<strong>Este porquê</strong> é um substantivo&#8221;<br />
</span></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:9pt;"> &#8220;<strong>Quantos porquês</strong> existem na língua portuguesa?&#8221;<br />
</span></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:9pt;"> &#8220;Na língua portuguesa existem <strong>quatro porquês</strong>.&#8221;</span></em><span style="font-size:6pt;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size:6pt;">Fontes: Novo Dicionário Aurélio; Gramática da Língua Portuguesa – Pasquale e Ulisses; Gramática da Língua Portuguesa – Domingos Paschoal Cegalla.</span></p>
<p><strong><em>Se você necessita de REVISÃO DE TEXTOS ou de ajuda para TRABALHOS ACADÊMICOS, <a title="dÍGraffo - Ateliê de Textos" href="../2009/10/09/criacao-revisao-digitacao-e-impressao-abnt/">clique aqui.</a></em></strong></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/nosenossascoisas.wordpress.com/130/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/nosenossascoisas.wordpress.com/130/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/nosenossascoisas.wordpress.com/130/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/nosenossascoisas.wordpress.com/130/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/nosenossascoisas.wordpress.com/130/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/nosenossascoisas.wordpress.com/130/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/nosenossascoisas.wordpress.com/130/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/nosenossascoisas.wordpress.com/130/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/nosenossascoisas.wordpress.com/130/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/nosenossascoisas.wordpress.com/130/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/nosenossascoisas.wordpress.com/130/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/nosenossascoisas.wordpress.com/130/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/nosenossascoisas.wordpress.com/130/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/nosenossascoisas.wordpress.com/130/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/nosenossascoisas.wordpress.com/130/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/nosenossascoisas.wordpress.com/130/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nosenossascoisas.wordpress.com&amp;blog=1585738&amp;post=130&amp;subd=nosenossascoisas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>“Perca de tempo?”</title>
		<link>http://nosenossascoisas.wordpress.com/2008/02/04/%e2%80%9cperca-de-tempo%e2%80%9d/</link>
		<comments>http://nosenossascoisas.wordpress.com/2008/02/04/%e2%80%9cperca-de-tempo%e2%80%9d/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 00:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Vale</dc:creator>
				<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas pessoas utilizam a expressão &#8220;perca de tempo&#8220; sem perceberem a impropriedade que cometem. O correto é &#8220;perda de tempo&#8220;, ou de qualquer outra coisa, como documentos, a vida de alguém, de velocidade etc. Perda, no dicionário, é: Substantivo feminino. 1. Ato ou efeito de perder; 2. Privação de alguma coisa que se possuía; 3. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nosenossascoisas.wordpress.com&amp;blog=1585738&amp;post=129&amp;subd=nosenossascoisas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="color:black;">Muitas pessoas utilizam a expressão <strong>&#8220;perca </strong>de tempo<strong>&#8220;</strong> sem perceberem a impropriedade que cometem. <span style="font-size:5pt;"><br />
</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:black;"> O correto é <strong>&#8220;perda </strong>de tempo<strong>&#8220;, </strong>ou de qualquer outra coisa, como documentos, a vida de alguém, de velocidade etc.<span style="font-size:5pt;"><strong><br />
</strong></span></span><span id="more-129"></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:black;"><strong>Perda, </strong>no dicionário, é:</span><span style="color:red;font-size:5pt;"><br />
</span></p>
<p style="margin-left:35pt;"><span style="color:red;">Substantivo feminino.</span><span style="font-size:5pt;"><br />
</span></p>
<p style="margin-left:35pt;">1. Ato ou efeito de perder;<br />
2. Privação de alguma coisa que se possuía;<br />
3. Privação da presença de alguém; ausência, falta, desaparecimento;<br />
4. Extravio, sumiço;<br />
5. Destruição, ruína, aniquilamento;<br />
6. O ato ou fato de deixar de ganhar;<br />
7. Decréscimo, diminuição;<br />
8. Danação, perdição.<span style="color:black;font-size:5pt;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:black;"><strong> Perca</strong> é o verbo perder conjugado no subjuntivo, com sentido de &#8220;venha a perder&#8221;.<span style="font-size:5pt;"><br />
</span></span></p>
<p><span style="color:black;"> Exemplos:<span style="font-size:5pt;"><br />
</span></span></p>
<p><span style="color:black;"> <em>&#8220;Tememos que ele se <strong>perca</strong> a caminho da escola.&#8221;<br />
</em></span></p>
<p><span style="color:black;"><em> &#8220;É possível que o carro <strong>perca</strong> velocidade.&#8221;</em></span><span style="font-size:10pt;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:7pt;">Fontes: Novo Dicionário Aurélio; Gramática da Língua Portuguesa – Pasquale e Ulisses; Gramática da Língua Portuguesa – Domingos Paschoal Cegalla.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>Se você necessita de REVISÃO DE TEXTOS ou de ajuda para TRABALHOS ACADÊMICOS, <a title="dÍGraffo - Ateliê de Textos" href="../2009/10/09/criacao-revisao-digitacao-e-impressao-abnt/">clique aqui.</a></em></strong></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/nosenossascoisas.wordpress.com/129/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/nosenossascoisas.wordpress.com/129/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/nosenossascoisas.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/nosenossascoisas.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/nosenossascoisas.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/nosenossascoisas.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/nosenossascoisas.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/nosenossascoisas.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/nosenossascoisas.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/nosenossascoisas.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/nosenossascoisas.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/nosenossascoisas.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/nosenossascoisas.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/nosenossascoisas.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/nosenossascoisas.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/nosenossascoisas.wordpress.com/129/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nosenossascoisas.wordpress.com&amp;blog=1585738&amp;post=129&amp;subd=nosenossascoisas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>ERROS DE PORTUGUÊS REPROVAM 70% DOS CANDIDATOS A EMPREGO.</title>
		<link>http://nosenossascoisas.wordpress.com/2008/02/03/erros-de-portugues-reprovam-70-dos-candidatos-a-emprego/</link>
		<comments>http://nosenossascoisas.wordpress.com/2008/02/03/erros-de-portugues-reprovam-70-dos-candidatos-a-emprego/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 03 Feb 2008 23:57:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Vale</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre os principais deslizes estão concordância e gerundismo. Especialistas dizem que é bom prestar atenção ao falar. Do G1, em São Paulo, com informações do Jornal Hoje. Você sabia que de cada dez pessoas que passam por uma entrevista de trabalho, sete são reprovadas porque falam e escrevem errado? Falar bem o português é uma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nosenossascoisas.wordpress.com&amp;blog=1585738&amp;post=128&amp;subd=nosenossascoisas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;"><b>Entre os principais deslizes estão concordância e gerundismo. Especialistas dizem que é bom prestar atenção ao falar.<br />
</b></span></p>
<p><b>Do G1, em São Paulo, com informações do Jornal Hoje.</b></p>
<p style="text-align:justify;">    Você sabia que de cada dez pessoas que passam por uma entrevista de trabalho, sete são reprovadas porque falam e escrevem errado? Falar bem o português é uma exigência hoje em dia, para qualquer função. Até mesmo para quem não lida com pessoas, como um operador de máquinas.</p>
<p><span id="more-128"></span></p>
<p style="text-align:justify;">    Uma empresa de Salvador (BA) contrata, em média, até 30 pessoas por mês e a língua portuguesa tem um peso muito grande no processo de seleção. Já na primeira etapa, os candidatos fazem uma redação e um teste de interpretação de texto para todos os cargos – desde os administrativos até os operacionais. Os testes de português são eliminatórios e o índice de reprovação é alto: 62% dos candidatos de nível médio e 45% dos candidatos de nível superior não conseguem passar porque têm pouco vocabulário, não compreendem o texto e demonstram falta de leitura.</p>
<p style="text-align:justify;">    Não há pesquisas, mas nas grandes agências há casos em que, numa mesma seleção, sete em cada dez candidatos não passaram no teste porque cometeram algum erro de português. Veja alguns erros mais comuns e exemplos:</p>
<p style="text-align:justify;">- concordância verbal: &#8216;fazem cinco anos&#8217;;</p>
<p style="text-align:justify;">- gerundismo: &#8216;vamos estar fazendo&#8217;; estaremos fazendo&#8217;;</p>
<p style="text-align:justify;">- gírias: &#8216;dar uns toques&#8217;, &#8216;procuro um trampo&#8217;;</p>
<p style="text-align:justify;">- lugares comuns: &#8216;a nível de Brasil&#8217;, &#8216;encarar de frente&#8217;, &#8216;há 2 anos atrás&#8217;, &#8216;fechar com chave de ouro&#8217;, &#8216;permanecer focado&#8217;, e muitos outros;</p>
<p style="text-align:justify;">- pontuação e acentuação na hora de escrever.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;As pessoas participam de uma entrevista como se estivessem numa sala de bate-papo ou conversando com amigos. Então, são descuidados. Também pecam pela falta de leitura. Os jovens não têm o hábito de ler&#8221;, explicou Sidnéia Palhares, gerente de RH. E o problema não aparece só na hora de escrever. É preciso ter boa fluência e falar pausadamente, para ser bem entendido.</p>
<p> 30/10/2006 &#8211; 15h06m &#8211; Atualizado em 30/10/2006 &#8211; 15h12m</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/nosenossascoisas.wordpress.com/128/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/nosenossascoisas.wordpress.com/128/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/nosenossascoisas.wordpress.com/128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/nosenossascoisas.wordpress.com/128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/nosenossascoisas.wordpress.com/128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/nosenossascoisas.wordpress.com/128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/nosenossascoisas.wordpress.com/128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/nosenossascoisas.wordpress.com/128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/nosenossascoisas.wordpress.com/128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/nosenossascoisas.wordpress.com/128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/nosenossascoisas.wordpress.com/128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/nosenossascoisas.wordpress.com/128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/nosenossascoisas.wordpress.com/128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/nosenossascoisas.wordpress.com/128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/nosenossascoisas.wordpress.com/128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/nosenossascoisas.wordpress.com/128/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nosenossascoisas.wordpress.com&amp;blog=1585738&amp;post=128&amp;subd=nosenossascoisas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Vou estar decidindo, vou estar enviando, vou estar&#8230;</title>
		<link>http://nosenossascoisas.wordpress.com/2008/02/03/vou-estar-decidindo-vou-estar-enviando-vou-estar/</link>
		<comments>http://nosenossascoisas.wordpress.com/2008/02/03/vou-estar-decidindo-vou-estar-enviando-vou-estar/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 03 Feb 2008 19:46:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Vale</dc:creator>
				<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>

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		<description><![CDATA[O GERÚNDIO é uma Forma Nominal do Verbo e pode e deve ser usado para expressar uma ação em curso (que está acontecendo), uma ação simultânea a outra, para exprimir a idéia de progressão indefinida ou ainda de uma ação que acontecerá em um determinado período. Exemplos: &#8220;Está havendo um roubo ao banco&#8230;&#8221; &#8220;No período [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nosenossascoisas.wordpress.com&amp;blog=1585738&amp;post=125&amp;subd=nosenossascoisas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O <strong>GERÚNDIO</strong> é uma Forma Nominal do Verbo e pode e deve ser usado para expressar uma ação em curso (que está acontecendo), uma ação simultânea a outra, para exprimir a idéia de progressão indefinida ou ainda de uma ação que acontecerá em um determinado período.</p>
<p style="text-align:justify;">Exemplos:</p>
<p><span id="more-125"></span></p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Está <strong>havendo</strong> um roubo ao banco&#8230;&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;No período de 10 a 20 deste mês estará <strong>acontecendo</strong>&#8230;&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Dentro de um ano eu estarei aqui novamente, <strong>correndo</strong> na São Silvestre.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Não me ligue nesse horário, porque estarei <strong>almoçando</strong>.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;">Combinado com os verbos <strong>ESTAR</strong>, <strong>ANDAR</strong>, <strong>IR</strong>, <strong>VIR</strong>, o GERÚNDIO marca uma ação demorada ou duradoura, com aspectos diferenciados:</p>
<ul>
<li>
<div style="text-align:justify;">O verbo <strong>ESTAR</strong> seguido de GERÚNDIO indica uma ação duradoura em um determinado momento:</div>
</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Todos estavam <strong>dormindo</strong>.&#8221;</em></p>
<ul>
<li>
<div style="text-align:justify;">O verbo <strong>ANDAR</strong> seguido de GERÚNDIO indica uma ação duradoura em que predomina a idéia de intensidade ou de movimento reiterado ou contínuo:</div>
</li>
</ul>
<p><em>&#8220;José Carlos andava <strong>amanhecendo</strong> sem entusiasmo.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Andei <strong>procurando</strong> uma alternativa melhor para esse dia.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;O país <strong>anda vivendo</strong> dias de incerteza quanto ao futuro político.&#8221;</em></p>
<ul>
<li>
<div style="text-align:justify;">O verbo <strong>IR</strong> seguido de GERÚNDIO expressa uma ação duradoura que se realiza progressivamente ou por etapas sucessivas:</div>
</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;E as almas vão <strong>sorrindo</strong> e vão <strong>orando</strong>.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Vão-se <strong>acendendo</strong> as estrelas uma a uma, a cada anoitecer.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Chamas de alegria e contentamento vão <strong>raiando</strong> em seu rosto.&#8221;</em></p>
<ul>
<li>
<div style="text-align:justify;"><strong>VIR</strong> seguido de GERÚNDIO expressa uma ação duradoura que se desenvolve gradualmente em direção à época ou ao lugar em que nos encontramos:</div>
</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;A Gramática não explica como essa expressão <strong>vem sendo</strong> usada&#8230;&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;A luz de um novo dia <strong>vai chegando </strong>devagar.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;">Era assim, até que num dia qualquer surgiu o Gerundismo, uma praga criada para ser usada por pessoas que pensam estar <strong>falando</strong> &#8220;bonitinho&#8221;, de forma moderna, porque ouvem todos se <strong>comunicando</strong> desse jeito. Alguns admitem que nasceu da tradução literal (ao pé da letra) do inglês, e encantou da telefonista ao gerente, da faxineira ao diretor. Quando ouvimos as expressões que nos são dirigidas temos a impressão de que o nosso interlocutor não quer se comprometer com a execução do que afirma ou promete, pois não fica claro quando a ação se encerrará.</p>
<p style="text-align:justify;">Exemplos dos absurdos:</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;<em>Um minuto, que eu <strong>vou estar transferindo</strong> a ligação.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;A empresa <strong>vai poder estar fornecendo</strong> as peças.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Amanhã <strong>vamos estar decidindo</strong>.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;O senhor pode<strong> estar anotando o número</strong>?&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;O senhor tem que <strong>estar pegando uma senha</strong>.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Ela <strong>vai precisar estar voltando</strong> aqui amanhã.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;">Se alguém falasse<em>: &#8220;Um minuto, pois <strong>estou transferindo</strong> a ligação&#8221;, </em>seria solícito, convincente, e, principalmente, não estaria cometendo erro lingüístico.</p>
<p style="text-align:justify;">Quanto tempo se leva para anotar um número ou passar uma ligação? Como a pessoa diz que <strong>vai estar anotando</strong>, presume-se que, numa ação duradoura, isso demandará horas e não apenas um momento.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Vamos <strong>ter</strong> que <strong>estar trocando</strong> a embreagem do seu carro.&#8221; </em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;O senhor <strong>pode estar esperando</strong> que <strong>vamos estar encaminhando</strong> o seu pedido.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>(Aqui foram usados cinco verbos, com seis aplicações.)</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Estas últimas são verdadeiras contorções verbais, que substituem sem nenhuma vantagem construções curtas, rápidas, diretas, objetivas e apropriadas, sem gerúndios, como as seguintes:</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Teremos que <strong>trocar</strong> a embreagem do seu carro.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Espere senhor, pois <strong>encaminharemos </strong>o seu pedido.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Um minuto, pois <strong>transferirei</strong> a ligação.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Quanto tempo levará para morrer alguém que &#8220;<strong>vai estar morrendo</strong>&#8220;? Provavelmente toda a eternidade, pois morrerá uma vez, ressuscitará e morrerá novamente, outra vez, outra vez&#8230;sempre.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>NOTA:</strong> Diversas entidades envolvidas com televendas, bem como de outras atividades de comunicação, estão tomando providências para evitar o uso do &#8220;gerundismo&#8221; por seus operadores. O Banco do Brasil proibiu o uso dessas expressões inadequadas pelas pessoas das suas Centrais de Atendimento, monitora e pune essa prática.</p>
<p><span style="font-size:9pt;">Consultas: Novo Dicionário Aurélio; Gramática da Língua Portuguesa – Pasquale e Ulisses; Gramática da Língua Portuguesa – Domingos Paschoal Cegalla. Pasquale Cipro Neto &#8211; Revista Veja nº1894.</span></p>
<p><strong><em>Se você necessita de REVISÃO DE TEXTOS ou de ajuda para TRABALHOS ACADÊMICOS, <a title="dÍGraffo - Ateliê de Textos" href="../2009/10/09/criacao-revisao-digitacao-e-impressao-abnt/">clique aqui.</a></em></strong></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/nosenossascoisas.wordpress.com/125/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/nosenossascoisas.wordpress.com/125/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/nosenossascoisas.wordpress.com/125/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/nosenossascoisas.wordpress.com/125/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/nosenossascoisas.wordpress.com/125/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/nosenossascoisas.wordpress.com/125/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/nosenossascoisas.wordpress.com/125/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/nosenossascoisas.wordpress.com/125/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/nosenossascoisas.wordpress.com/125/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/nosenossascoisas.wordpress.com/125/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/nosenossascoisas.wordpress.com/125/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/nosenossascoisas.wordpress.com/125/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/nosenossascoisas.wordpress.com/125/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/nosenossascoisas.wordpress.com/125/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/nosenossascoisas.wordpress.com/125/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/nosenossascoisas.wordpress.com/125/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nosenossascoisas.wordpress.com&amp;blog=1585738&amp;post=125&amp;subd=nosenossascoisas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">prvale</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>ONDE OU AONDE, e onde coloco o DONDE?</title>
		<link>http://nosenossascoisas.wordpress.com/2008/01/24/onde-ou-aonde-e-onde-coloco-o-donde/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 00:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Vale</dc:creator>
				<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos os dias ouvem-se pessoas falando &#8220;onde&#8221; e &#8220;aonde&#8221; indiscriminadamente, e poucos conhecem o seu significado e o seu uso correto. ONDE Advérbio - Significa &#8220;em que lugar&#8221; e deve ser usado na indicação de lugar: &#8220;Onde tu ficas nas férias?&#8221;, &#8220;Não sei onde você mora&#8221;, &#8220;Por onde iremos hoje?&#8221; ou &#8220;Onde é a escola?&#8221; [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nosenossascoisas.wordpress.com&amp;blog=1585738&amp;post=123&amp;subd=nosenossascoisas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;">Todos os dias ouvem-se pessoas falando &#8220;onde&#8221; e &#8220;aonde&#8221; indiscriminadamente, e poucos conhecem o seu significado e o seu uso correto.</span></p>
<p><span id="more-123"></span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;"><strong>ONDE </strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;"><strong><span style="color:red;">Advérbio</span> -</strong> Significa <em>&#8220;<strong>em que</strong> lugar&#8221;</em> e deve ser usado na indicação de <strong>lugar</strong>:<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;"> <em>&#8220;<strong>Onde</strong> tu ficas nas férias?&#8221;,  &#8220;Não sei <strong>onde</strong> você mora&#8221;, &#8220;Por <strong>onde</strong> iremos hoje?&#8221;  ou &#8220;<strong>Onde</strong> é a escola?&#8221;<br />
</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;">É <em>errado o seu uso, por exemplo, em:<br />
</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;"><em> &#8220;Conheça nosso Plano, <strong>onde</strong> oferece&#8230;&#8221;<br />
</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;"><em> &#8220;Tive um sonho <strong>onde </strong>tu aparecias e me abraçavas.&#8221;<br />
</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;"><em> <span style="color:black;">&#8220;Naquele tempo, <strong>onde</strong> os bichos falavam&#8230;&#8221;</span><br />
</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;">Plano, sonho e tempo não são <strong>lugares</strong>, e nesses casos deveriam ser usados <strong>que</strong>, <strong>em que </strong>e<strong> quando:</strong><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;"> <em>&#8220;Conheça nosso Plano, <strong>que</strong> oferece&#8230;&#8221;<br />
</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;"><em> &#8220;Tive um sonho <strong>em que </strong>tu aparecias e me abraçavas.&#8221;<br />
</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;"><em> &#8220;Naquele tempo, <strong>quando</strong> os bichos falavam&#8230;&#8221;<br />
</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;"><strong><span style="color:red;">Pronome</span> -</strong> Também com valor circunstancial de <strong>lugar</strong>, significa &#8220;em que&#8221;.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;"> &#8220;<em>Gosto da casa <strong>onde</strong> moro.&#8221;<br />
</em></span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;"><strong>AONDE<br />
</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;"><span style="color:red;"><strong>Advérbio</strong></span> &#8211; (preposição a+onde) e significa &#8220;<strong>a qual</strong> lugar&#8221; ou &#8220;para onde&#8221;, e, como regra geral, deve ser usado seguido de verbos que denotem movimento, como IR, LEVAR e CHEGAR. Ou seja, somente indica um lugar, para onde se vai ou se foi:<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;"> <em>&#8220;<strong>Aonde</strong> tu <strong>vais</strong> com tanta pressa?&#8221;<br />
</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;"><em> &#8220;<strong>Aonde</strong> nos <strong>leva</strong> a nossa insensatez!&#8221;<br />
</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;"><em>&#8220;<strong>Aonde chegaremos</strong> amanhã?&#8221;<br />
</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;"><em>&#8220;<strong>Aonde foram</strong> todos os bichos?&#8221;<br />
</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;">A propósito, sempre se chega <strong>a</strong> algum lugar e não <strong>em</strong> algum lugar.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;">Não é correto dizer-se &#8220;<strong>Aonde</strong> tu <strong>vais ficar</strong> durante as férias?&#8221;, pois nesse caso o verbo IR (vais) não está colocado corretamente, já que o certo seria dizer-se &#8220;<strong>Onde</strong> tu <strong>ficarás</strong> durante as férias?<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;"><strong>DONDE<br />
</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;"> Contração da preposição<strong> de </strong>e do advérbio<strong> onde</strong> (de+onde = donde), obviamente usado apenas quando se vem de algum lugar.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;"><em>&#8220;<strong>Donde</strong> vens, <strong>aonde</strong> vais?&#8221;</em> – do poeta Castro Alves, em Navio Negreiro.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;">É errado dizer-se &#8220;<strong>Da onde</strong> veio o dinheiro?&#8221; como fez várias vezes um senhor no Senado Federal, falando sobre o escândalo dos dossiês. O correto é <strong>&#8220;De onde </strong>veio o dinheiro?<strong>&#8220;</strong>, ou &#8220;<strong>Donde</strong> veio&#8230;&#8221; </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;">Vários autores defendem o uso indiscriminado de &#8220;onde&#8221; e &#8220;aonde&#8221;, mas isso se deve também à sua desistência de tentar mudar o comportamento dos usuários da nossa conturbada língua portuguesa. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>Se você necessita de REVISÃO DE TEXTOS ou de ajuda para TRABALHOS ACADÊMICOS, <a title="dÍGraffo - Ateliê de Textos" href="../2009/10/09/criacao-revisao-digitacao-e-impressao-abnt/">clique aqui.</a></em></strong></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/nosenossascoisas.wordpress.com/123/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/nosenossascoisas.wordpress.com/123/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/nosenossascoisas.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/nosenossascoisas.wordpress.com/123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/nosenossascoisas.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/nosenossascoisas.wordpress.com/123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/nosenossascoisas.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/nosenossascoisas.wordpress.com/123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/nosenossascoisas.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/nosenossascoisas.wordpress.com/123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/nosenossascoisas.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/nosenossascoisas.wordpress.com/123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/nosenossascoisas.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/nosenossascoisas.wordpress.com/123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/nosenossascoisas.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/nosenossascoisas.wordpress.com/123/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nosenossascoisas.wordpress.com&amp;blog=1585738&amp;post=123&amp;subd=nosenossascoisas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>“ELA ESTÁ MEIA DOENTE?”</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 01:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Vale</dc:creator>
				<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>

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		<description><![CDATA[MEIA, no dicionário, é: Substantivo Feminino - Peça do vestuário, tecida em malha, lã, algodão, seda ou náilon, para cobrir o pé e a perna ou parte dela. - Antiga medida portuguesa para líquidos. - Bras. No sistema de meação, cada uma das partes em que se divide o produto agrícola. - Substantivos resultantes da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nosenossascoisas.wordpress.com&amp;blog=1585738&amp;post=120&amp;subd=nosenossascoisas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:12pt;">MEIA, </span><span style="font-size:9pt;">no dicionário, é:</span><span style="font-size:12pt;"><strong><br />
</strong></span></span></p>
<p><span style="color:red;font-family:Verdana;font-size:9pt;"> Substantivo Feminino<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;">- Peça do vestuário, tecida em malha, lã, algodão, seda ou náilon, para cobrir o pé e a perna ou parte dela.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;">- Antiga medida portuguesa para líquidos.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;"><span style="color:red;">- Bras.</span> No sistema de meação, cada uma das partes em que se divide o produto agrícola.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;">- Substantivos resultantes da união do feminino de meio (meia) com diversos outros substantivos: &#8220;meia-água&#8221;, &#8220;meia-idade&#8221;, &#8220;meia-cancha&#8221;, &#8220;meia-luz&#8221;, e muitos outros.<br />
</span></p>
<p><span id="more-120"></span></p>
<p><span style="color:red;font-family:Verdana;font-size:9pt;"> Numeral<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;"> &#8211; Metade de uma; metade da unidade.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;">- O algarismo 6, usado <span style="text-decoration:underline;">apenas na fala</span>, para evitar confusão com o 3.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;"> A palavra &#8220;meia&#8221;, de &#8220;meia doente&#8221; enquadra-se em algum dos significados acima?<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;"> Estaria a expressão &#8220;meia doente&#8221; referindo-se a uma meia (peça do vestuário) que está com a saúde abalada?<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;"><strong> Se não é nada disso, então a expressão está errada.<br />
</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:9pt;"> O correto é dizer-se </span><span style="font-size:12pt;">&#8220;ELA ESTÁ <span style="text-decoration:underline;">MEIO</span> DOENTE.&#8221;</span><span style="font-size:9pt;"><br />
</span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:12pt;"> MEIO</span><span style="font-size:9pt;">, entre outros significados, é também <strong>advérbio</strong>, correspondendo a: <strong>por metade; um pouco; um tanto; quase.</strong><br />
</span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;"> Perceba como isso é verdade, pois substituindo a palavra meio, temos:<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;"> &#8220;Ela está um pouco doente.&#8221;, &#8220;Ela está um tanto doente.&#8221;<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;"> Conclui-se então que a pessoa <strong>meio</strong> doente está doente <strong>por metade</strong>, ou <strong>quase</strong> doente, não é mesmo?<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;"> Como advérbios não se flexionam, então &#8220;<strong>Elas</strong> também <strong>podem</strong> estar <span style="text-decoration:underline;"><strong>meio</strong></span><br />
<strong>doentes</strong>&#8220;, ou meio cansadas, meio dispersas&#8230;<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:7pt;">Fontes: Novo Dicionário Aurélio; Gramática da Língua Portuguesa – Pasquale e Ulisses; Gramática da Língua Portuguesa – Domingos Paschoal Cegalla.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>Se você necessita de REVISÃO DE TEXTOS ou de ajuda para TRABALHOS ACADÊMICOS, <a title="dÍGraffo - Ateliê de Textos" href="../2009/10/09/criacao-revisao-digitacao-e-impressao-abnt/">clique aqui.</a></em></strong></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/nosenossascoisas.wordpress.com/120/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/nosenossascoisas.wordpress.com/120/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/nosenossascoisas.wordpress.com/120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/nosenossascoisas.wordpress.com/120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/nosenossascoisas.wordpress.com/120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/nosenossascoisas.wordpress.com/120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/nosenossascoisas.wordpress.com/120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/nosenossascoisas.wordpress.com/120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/nosenossascoisas.wordpress.com/120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/nosenossascoisas.wordpress.com/120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/nosenossascoisas.wordpress.com/120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/nosenossascoisas.wordpress.com/120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/nosenossascoisas.wordpress.com/120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/nosenossascoisas.wordpress.com/120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/nosenossascoisas.wordpress.com/120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/nosenossascoisas.wordpress.com/120/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nosenossascoisas.wordpress.com&amp;blog=1585738&amp;post=120&amp;subd=nosenossascoisas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>“&#8230;tinha chego.”</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 00:50:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Vale</dc:creator>
				<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>

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		<description><![CDATA[Algumas pessoas pensam que falam polidamente quando dizem ter sido informadas de que &#8220;alguém&#8230; havia chego&#8221; e não chegado. Os verbos possuem a forma infinitiva denominada particípio e há os que são chamados verbos abundantes, por possuírem duas formas, especialmente no particípio: O particípio regular, terminado em –ado e em –ido, usado apenas na voz [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nosenossascoisas.wordpress.com&amp;blog=1585738&amp;post=119&amp;subd=nosenossascoisas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<address> </address>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;">Algumas pessoas pensam que falam polidamente quando dizem ter sido informadas de que &#8220;alguém&#8230; havia <strong>chego</strong>&#8221; e não <strong>chegado</strong>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;">Os verbos possuem a forma infinitiva denominada <strong>particípio</strong> e há os que são chamados <strong>verbos abundantes</strong>, por possuírem duas formas, especialmente no particípio:<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;">O <strong>particípio regular</strong>, terminado em <em>–ado</em> e em <em>–ido</em>, usado apenas na voz ativa, forma locução com os verbos auxiliares <strong>TER</strong> e <strong>HAVER</strong>.</span></p>
<p><span id="more-119"></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;">Exemplos:<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;">&#8220;Eu <strong>tenho salv<span style="text-decoration:underline;">ado</span></strong> o patrimônio da família.&#8221;<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;"><span style="color:black;">&#8220;Nossos vizinhos <strong>têm peg<span style="text-decoration:underline;">ado</span></strong> coisas estranhas toda manhã.&#8221;</span><br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;">O <strong>particípio irregular, </strong>ou reduzido, com várias terminações, é usado na voz passiva quando houver como auxiliar o verbo <strong>SER</strong> ou o verbo <strong>ESTAR</strong>.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;"> Exemplos:<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;">&#8220;O patrimônio da família <strong>foi salvo</strong> por mim.&#8221;<br />
</span></p>
<p><span style="color:black;font-family:Verdana;font-size:9pt;">&#8220;Nossos vizinhos <strong>foram pegos</strong> pela polícia.&#8221;<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;"><span style="color:black;">&#8220;Logo mais nossos vizinhos <strong>estarão presos</strong>.&#8221;</span><br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;">Os verbos <strong>FAZER, DIZER, PÔR, VER, VIR, ABRIR, COBRIR E ESCREVER</strong> possuem somente a forma reduzida, ou irregular do particípio: feito, dito, posto, vindo, aberto, coberto e escrito.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;">Caiu em desuso o particípio regular dos verbos <strong>PAGAR</strong>, <strong>GANHAR</strong> E <strong>GASTAR</strong>, restando portanto usá-los como pago, ganho e gasto, em locução com TER, HAVER, SER e ESTAR:<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;"> Exemplos:<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;"> &#8220;A conta já <strong>foi paga</strong>.&#8221;<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;"> &#8220;Ela já <strong>havia pago</strong> a conta.&#8221;<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;"> &#8220;Este dinheiro <strong>foi ganho</strong> com meu trabalho.&#8221;<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;"> &#8220;Eu <strong>tinha ganho</strong> este dinheiro com meu trabalho&#8221;<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;">E agora&#8230;má notícia: <strong>não existe a forma reduzida ou irregular do particípio do verbo CHEGAR</strong>, assim como de outros, como os verbos MANDAR, TRAZER, CEGAR e PREGAR.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:9pt;"><strong>TER CHEGO ou HAVER CHEGO são tão errados quanto se dizer: TER MANDO, TER  TRAGO, HAVER CEGO, HAVER PREGO ou ESTAR PREGO.<br />
</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:7pt;">Fontes: Novo Dicionário Aurélio; Gramática da Língua Portuguesa – Pasquale e Ulisses; Gramática da Língua Portuguesa – Domingos Paschoal Cegalla. www.sualingua.com.br</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>Se você necessita de REVISÃO DE TEXTOS ou de ajuda para TRABALHOS ACADÊMICOS, <a title="dÍGraffo - Ateliê de Textos" href="../2009/10/09/criacao-revisao-digitacao-e-impressao-abnt/">clique aqui.</a></em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:12pt;"><br />
</span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/nosenossascoisas.wordpress.com/119/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/nosenossascoisas.wordpress.com/119/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/nosenossascoisas.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/nosenossascoisas.wordpress.com/119/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/nosenossascoisas.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/nosenossascoisas.wordpress.com/119/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/nosenossascoisas.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/nosenossascoisas.wordpress.com/119/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/nosenossascoisas.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/nosenossascoisas.wordpress.com/119/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/nosenossascoisas.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/nosenossascoisas.wordpress.com/119/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/nosenossascoisas.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/nosenossascoisas.wordpress.com/119/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/nosenossascoisas.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/nosenossascoisas.wordpress.com/119/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nosenossascoisas.wordpress.com&amp;blog=1585738&amp;post=119&amp;subd=nosenossascoisas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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